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Leitura
Bíblica em Classe
Apocalipse 3.1-6
Esboço da
Lição
Introdução
I.
A condição
espiritual da igreja de Sardes
II.
Conselhos e
advertências para a renovação
III.
Promessas aos
conservadores e vencedores
IV.
Desafio aos fiéis
conservadores
V.
A conservação
do verdadeiro pentecostes
Conclusão
Tema
deste Subsídio
Espiritualidade, avivamento e equilíbrio
Autor
José Gonçalves
éé ministro é líder da AD em Senhora dos Remédios (PI), conferencista,
escritor e professor de Grego, Hebraico e Religiões
Comparadas.
Palavras
Chaves
Avivamento;
Arrependimento; Pneumatismos
anárquicos.
Introdução
"Deus
estava perto de nós no culto. Na oração, o Espírito Santo
se manifestou Poderosamente. Alguns riam debaixo do
poder, outros falavam em línguas, outros
profetizavam, e todos se alegraram muito. Nunca vi o
poder de Deus derramado num culto como hoje na Vila Correia. O
Espírito Santo fez, Ele mesmo, por meio de uma irmã, o
convite para os pecadores se converterem. Uma grande multidão
se reuniu ao ver esta manifestação maravilhosa do poder de
Deus. Também durante a pregação, as bênçãos de Deus caíam
sobre os crentes!
Aleluia!”1.
Foi dessa forma que o missionário Gunnar Vingren descrevia um culto
realizado no Estado do Pará no dia 2 de maio de 1913.
Percebemos na seqüência alguns termos que já são bem
populares no vocabulário pentecostal moderno. São eles: ri
debaixo do poder, falar em línguas e profetizar. Fenômenos
como esses aconteciam com freqüência entre os primeiros
pentecostais. A bem da verdade, esses fenômenos que faziam
aflorar as emoções dos crentes não se limitavam aos
avivamentos pentecostais, ou ao que outros movimentos
avivalistas experienciaram de forma diferente, mas com
semelhantes emoções. A questão não deve ser focalizada,
portanto, na existência ou não desses fenômenos, mas na
maneira como se reage a eles.
Os
Perigos dos Pneumatismos Anárquicos
Muito se
tem falado na teologia pentecostal moderna sobre os
“modismos”, “inovações” e os “excessos” no exercício
dos dons espirituais. Pesquisadores sérios como Esequias
Soares, Paulo Romeiro e Ricardo Gondim têm demonstrado os
perigos doutrinários a que se pode chegar quando um
avivamento é divorciado dos princípios bíblicos.
Há o perigo dos “pneumatismos” que conduzem à
anarquia espiritual. Na gênese das seitas que dizem ser criação
do Espírito de Deus, encontra-se com abundância as mais
insidiosas aberrações teológicas. Esse é um problema que não
pode ser simplesmente ignorado por se desejar preservar um
evangelicalismo ou um suposto avivamento.
Um fato de
fácil observação e que merece ser destacado é que uma
dicotomia extremada parece querer dominar todos os campos das
verdades teológicas. Os dons espirituais, portanto, não são
exceções à regra. Já no período de 1742 a 1743, Jonathan
Edwards pregou uma série de sermões que, em 1746, veio a se
tornar um Tratado Sobre Afeições
Religiosas, no qual
ele tratava desse problema.
N. R.
Needham observa que Jonathan Edwards “teve que lutar em duas
frentes. Por um lado, tinha que argumentar contra aqueles que
descartavam todo o avivamento como histeria irracional; por
outro, tinha que argumentar contra aqueles que pareciam pensar
que tudo o que aconteceu no avivamento era (de Deus), não
importa quão estranho, extremista ou desequilibrado isso
fosse. Essas duas posições antagônicas parecem
familiares?”2.
Uma das
faces dessa dicotomia é vista por um lado naqueles que estão
prontos a acreditarem e defenderem qualquer fenômeno
espiritual sem a mínima preocupação de dar-lhe uma
fundamentação bíblica e teológica. Para estes, a regra da
validação dos dons espirituais parece ser a
sobrenaturalidade. As perguntas que validam tais fenômenos
costumam ser: É sobrenatural? É fenomenal? É tremendo?
Donde se chega à conclusão: Então é de Deus! Uma outra
coisa que precisa ser dita sobre esse modelo de
“avivamento” é que ele além de não ser bíblico produz
apenas uma espiritualidade superficial nos crentes.
A.W.Tozer observou: “Creio que a imperativa necessidade do momento não
é apenas de reavivamento, mas de uma reforma radical que
atinja a raiz dos nossos males morais e espirituais e que
trate mais das causa que das conseqüências, mas do mal que
dos sintomas. Minha sincera opinião é esta: nas atuais
circunstâncias não estamos desejando de todo um reavivamento.
Um vasto reavivamento, do tipo do cristianismo de que hoje
temos conhecimento (...) pode bem provar ser uma tragédia
moral da qual não nos recuperaremos dentro de cem anos.”3
Os
Perigos de uma Ortodoxia Engessante
Por outro
lado, as teologias que engessam qualquer manifestação do Espírito
Santo caracterizam a outra face da dicotomia. O Espírito
Santo parece perder o seu direito de falar para a Igreja hoje.
A.W.Tozer já demonstrava uma grande preocupação com essa
maneira de enxergar os dons espirituais. Em seu livro O caminho do poder espiritual, ele diz: “Por toda uma geração,
certos mestres evangélicos nos têm dito que os dons do Espírito
cessaram por ocasião da morte dos apóstolos ou quando se
completou o Novo Testamento. Certamente esta doutrina não tem
a seu favor sequer uma sílaba de autoridade bíblica. Os que
defendem tal idéia devem assumir inteira responsabilidade por
essa aberrativa manipulação da Palavra de Deus.”4
Será que
na nossa teologia pentecostal de hoje não há mais espaço
para as manifestações carismáticas do Espirito Santo? Como
obreiro pentecostal, tenho me preocupado com a forte reação
negativa aos dons espirituais demonstrada por alguns setores
dentro do pentecostalismo. A desculpa de que os fenômenos
espirituais no pentecostalismo são pura meninice ou excesso
parece muito simplista e não toca no cerne da questão. O teólogo
Martin Lloyd Jones já dizia, ao se referir a um avivamento:
“E assim temos esta curiosa, estranha mistura, de grande
convicção de pecado e grande alegria, um grande
senso de
temor do Senhor, ações de graças e louvor. Sempre, num
avivamento, há o que alguém definiu como uma divina desordem
(...) Há ocasiões em que as pessoas estão tão convictas e
sentem o poder do Espírito de tal forma que desmaiam e caem
no chão, e têm até convulsões, convulsões físicas. E às
vezes as pessoas parecem cair num estado de inconsciência,
numa espécie de transe, e podem permanecer assim por
horas”.5
As
manifestações “estranhas”, “meninices” que ocorrem
durante a manifestação dos fenômenos espirituais em
avivamentos não devem constituir motivo para que não os
desejemos. As manifestações periféricas existem e devem ser
devidamente tratadas, mas a essência do avivamento é outra.
Quem já conviveu e presenciou o exercício dos dons
espirituais sabe exatamente o que significa o que o apóstolo
Paulo quis dizer: “Assim vós, visto que desejais dons
espirituais, procurai progredir, para a edificação da
igreja”, 1Co 14.12. Os dons espirituais edificam e tornam o
avivamento proveitoso.
Mapeando
os Fenômenos de um Avivamento
Dois
autores têm se destacado no estudo dos fenômenos espirituais
do pentecostalismo e do neopentecostalismo. São eles Jack
Deer e John White, respectivamente. Como psiquiatra, Jonh
White procura dar explicações sobre as manifestações das
emoções nesses avivamentos. Por outro lado, Jack Deer, que
possui uma sólida formação teológica (Deer é Doutor em
Teologia e ex-professor de Antigo Testamento e hebraico do Dallas
Theological Seminary,
onde foi instrutor de mestrado por alguns anos), faz um
resgate histórico desses fenômenos na história da igreja,
procurando sempre mostrar o lado positivo dos fenômenos
pentecostais. As obras desses autores foram publicadas no
Brasil. Surpreendido
pela voz de Deus,
Jack Deer (Vida); Surpreendido
pelo poder do Espírito,
Jack Deer (CPAD); e Quando
o Espírito vem com poder,
John White (ABU Editora).
Cair
no Espírito
Tanto Deer
como White têm dado forte ênfase aos dons espirituais.
Infelizmente, é justamente na manifestação exterior dos fenômenos
espirituais que a batalha tem se concentrado.
John Wesley
enfrentou forte oposição de outros líderes cristãos
justamente porque durante a sua pregação algo incomum
acontecia. No seu diário há vários casos relatados. Wesley
registrou nele algo que ocorreu durante a sua pregação do
dia 25 de abril de 1739: “Imediatamente um, depois outro e
outro caíram no chão; eles caíam em toda parte, como
atingidos por um raio”. Em outra parte do seu diário, o pai
do metodismo registra: “Um, depois outro e mais outro foram
lançados ao chão, tremendo excessivamente na presença do
Seu poder. Outros gritaram, em voz alta e amargurada: O que
devemos fazer para ser salvos?’”.6
O cair sob
o poder de Deus ao qual Wesley se refere é conhecido hoje na
teologia pentecostal como “cair no Espírito”. A
obra The
New International Dictionary
of Pentecosta and Charismatic Movements observa que essa é “uma expressão moderna para denotar o fenômeno
religioso de uma queda individual, sendo que a causa é atribuída
ao Espírito Santo. O fenômeno é conhecido entre os
pentecostais modernos e na renovação carismática sob vários
nomes, incluindo ‘caindo sob o poder’, ‘dominado pelo
Espírito’, e ‘descanso no Espírito’’.7
William W.
Menzies acrescenta: “Nessas reuniões ardentes (dos
pentecostais), não era raro uma pessoa – ou muitas – cair
numa espécie de transe, às vezes agitando-se violentamente.
‘Cair no Espírito’ era também um fenômeno muito
difundido”. 8
Alguns
autores querem diferenciar o “cair sob o poder” no
avivamento wesleyano do “cair no Espírito” do
pentecostalismo clássico ou moderno, afirmando que em Wesley
isso ocorria como conseqüência de uma convicção de pecado,
enquanto essa prática no pentecostalismo não apresenta essa
mesma evidência.
Sem
desmerecer essa tese, ela parece muito subjetiva e carece de
fundamentação mais sólida. Não há elementos que nos
garantam afirmar que alguns fenômenos de “cair no Espírito”
hoje não ocorram como conseqüência das mesmas convicções
que experimentaram os seguidores de Wesley. Contudo duas
observações sobre a ocorrência desse fenômeno parecem ser
oportunas agora, e isto se deve ao fato da grande confusão
criada em torno desse assunto.
A primeira
é que existe um fenômeno de “cair no Espírito” como
manifestação de uma autêntica experiência espiritual bem
documentada na história do pentecostalismo clássico; a outra
é que existe a manipulação grosseira dessa mesma experiência.
Ao se
referir aos abusos causados por essa prática, Paulo Romeiro
relembra que as Escrituras não oferecem qualquer apoio a esse
fenômeno como algo a ser esperado ou buscado na vida cristã
normal. Em seguida, Romeiro cita o Dicionário dos Movimentos
Pentecostal e Carismático em
sua antiga edição, que corrobora o seu pensamento: “A evidência
para o fenômeno de ‘cair no Espírito’ é, portanto,
inconclusiva. Do ponto de vista experimental, é
inquestionável que, através dos séculos, os cristãos têm
experimentado um fenômeno psicológico no qual as pessoas
caem; além disso, elas têm atribuído o fenômeno a Deus. É
igualmente inquestionável que não exista
qualquer evidência bíblica para a experiência como algo normal na vida cristã.”9
Rir
no Espírito
Apenas
relembrando o que disse Gunnar Vingren em seu diário de 1913:
“Na oração, o Espírito Santo se manifestou poderosamente.
Alguns riam debaixo do poder”. Outra vez é oportuno
enfatizar que tal fenômeno de “rir” não se limita ao
movimento pentecostal. Jonathan Edwards registra que “sua
regozijante surpresa fez com que seus corações estivessem a
ponto de dar um salto, de forma que se condicionaram a dar vazão
a risadas, lágrimas muitas vezes ao mesmo tempo fluindo numa
enxurrada, e em meio a um choro audível”.10.
Deve
ser dito, no entanto, e com tristeza, que essa prática tem
ido a extremos. As bizarrices do “rir no Espírito”
veiculadas pela mídia chega a causar náuseas. Ainda possuo
comigo uma fita de vídeo que recebi dos Estados Unidos. O
conteúdo da fita é de um Seminário de Inverno ocorrido na
tarde de terça-feira do dia 23 de fevereiro de 1995. A fita
fora intitulada When the
Spirit Gets to Movin” (Quando o
Espírito de Deus se Move). Isso aconteceu no auge daquilo que
os apologistas chamam de a “unção do riso”. Após um
estudo bíblico, o preletor começa a ministrar a cada pessoa
individualmente. Ele encoraja as pessoas a se alegrarem no
Senhor. A princípio as coisas acontecem dentro de certa
normalidade, mas por fim ficam fora de controle. Há pessoas
rindo como numa histeria coletiva por todo o auditório.
Outros se contorcem em movimentos bruscos, enquanto outros
riem até cair. O excesso e abuso das coisas espirituais ficam
em evidência.
John White
reconhece que essa experiência pode ser imitada, mas
argumenta que esse não deve ser o motivo para negarmos a
genuinidade da verdadeira. Ao falar do “rir no Espírito”,
diz: “Em alguns círculos traz prestígio. Cair no riso do
Espírito ou fazê-lo acontecer em outras pessoas pode tornar-
se um marco de uma conquista espiritual. Nessas circunstâncias
pode-se sentir uma certa pressão. As risadas ficam forçadas
e desagradáveis. Mas não podemos desprezar as verdadeiras
por temermos as falsas”.
Como citei
Edwards anteriormente: “Embora haja falsas emoções na
religião, e às vezes exaltadas, contudo sem dúvida há também
verdadeiras, santas e boas emoções; e quanto mais estas são
exaltadas, tanto melhor. E quando são exaltadas a uma altura
extremamente elevada, não devem ser objeto de suspeita por
causa do seu grau, mas, pelo contrário, devem ser
estimadas”. 11
Evitando
os Abusos
Seguem
algumas diretrizes que julgo serem úteis para um obreiro
buscar e se conduzir
frente ao avivamento:
1) Cuidado
para que o centro do avivamento esteja em Cristo e não numa
manifestação espiritual exterior;
2) Tenha
sempre como fundamento a Palavra de Deus. Tenho observado
que muitos
pregadores quando ministram numa reunião de avivamento
abandonam a Palavra de Deus (ou usam como pretexto nos seus
sermões), para se concentrarem nos dons espirituais.
3) Cuidados
devem ser tomados com os pregadores que em nome de um suposto
avivamento atuam como artista de púlpito, apenas animando o
auditório e valendo-se de técnicas psicológicas para
provocarem um emocionalismo superficial. Na verdade, esses
pregoeiros estão buscando a autoglorificação.
4) Cuidado
com os avivamentos induzidos. Os estudiosos dos avivamentos
observam que um avivamento acontece em primeiro lugar como
resultado da vontade soberana de Deus. Os avivamentos ocorrem
também como conseqüência da busca sincera de um coração
puro e ardente pela manifestação da glória de Deus. Foi
assim com o avivamento de 1904 no país da Gales com Evans
Robert e no grande avivamento pentecostal de 1906 nos Estados
Unidos da América.
5) Cuidado
com os pregadores sensacionalistas. Há relatos de pregadores
que durante a ministração da Palavra de Deus param de pregar
para atender Jesus no celular! Outros fazem coreografia para
impressionar a Igreja.
6) Cuidado
com o avivalista que geralmente usa o nome de missionário e
profeta, para exibir uma espiritualidade que não possui com
objetivo de manipular a igreja e colocá-la sempre contra o
seu pastor.
7)
Acompanhe de perto as reuniões de oração em busca de
avivamento para que, quando este chegar, você possa canalizá-lo
na direção certa.
8) Julgue
todas as supostas manifestações espirituais pela Palavra de
Deus, não importando o quão espetacular pareçam ser.
9) Procure
ser sensível ao Espírito Santo, pois, quando em um
avivamento acontecer alguma manifestação espiritual, Ele lhe
dará convicção se aquilo é Dele ou não.
10) Observe
os efeitos do avivamento. Se ele não glorificar a Jesus
Cristo, não produzir mudança de vida, não promover a
derrubada de ídolos, então não é do Espírito de Deus.
É
o Reavivamento Moderno Profundo?
Fiquemos
como reflexão final com as palavras de Donald Gee, um dos
mais importantes representantes do pentecostalismo clássico,
que ao analisar o avivamento moderno disse: “Pode ser que eu
esteja errado, mas uma das coisas que percebo no reavivamento
moderno é a grande tendência de manter
a congregação
feliz (...) se eu entendo a minha Bíblia, um reavivamento
verdadeiro começa por fazer todos infelizes. A verdadeira
felicidade começa com a infelicidade, com a preocupação dos
pecadores. Outra coisa que me preocupa é a apostasia fácil
hoje em dia. Meu receio é que da mesma maneira
rápida
como as pessoas vêm, elas se vão”.
A terceira
pergunta a respeito do reavivamento moderno, e que me está
causando a mais grave preocupação, é o declínio do
sobrenatural. Que Deus conserve o Pentecoste pentecostal!
Acredito firmemente que devemos receber a manifestação do
Espírito de Deus em nós.
Tenho
notado, em toda parte, como as reuniões estão seguindo uma
rotina: começam com três hinos, depois vêm os pedidos de
oração e tudo o mais segue de acordo com o programa.
A liturgia
é boa. “Todavia, numa igreja pentecostal livre, verdadeira,
nunca se sabe o que poderá acontecer em seguida. Se o leitor
me perguntasse o que considero a mais profunda necessidade
entre nós, eu diria que é o arrependimento. Se o
arrependimento não estiver no reavivamento, este não terá
profundidade suficiente. O arrependimento é o requisito do
batismo no Espírito Santo. Fico a pensar se a falta de
arrependimento não é a razão dos nossos batismos atuais
serem tão superficiais.
Oremos por
um novo derramamento do Espírito Santo sobre o pregador e
sobre todos nós, até que a terra amoleça com uma chuva serôdia,
até que tenhamos um profundo reavivamento, reavivamento que
nos conservará quebrantados, derretidos e amaciados diante do
Senhor.” 12
Revista Obreiro, Ano 27, n.29, jan-mar, 2005, p.40-45.
BIBLIOGRAFIA
1 VINGREN, Gunnar. O
Diário do Pioneiro. 5ª edição, Casa Publicadora das Assembléias
de Deus, Rio de Janeiro, RJ, 1993.
2 NEEDHAM, N. R. no prefácio do livro de
Jonathan Edwards: “A Genuína Experiência Espiritual”.PES
– Publicações Evangélicas Selecionadas. São Paulo, SP.
3 TOZER, A. W. O
Caminho do Poder Espiritual Editora Mundo Cristão, São Paulo,
SP.
4 TOZER, A. W. op.cit.
5 JONES, D.M. Lloyd. Avivamento.
PES – Publicações Evangélicas Selecionas, São Paulo,
SP.
6 BURGESS, Stanley
M. & MAAS, Eduard M. Van. The New International Dictionary of Pentecostal and Charismatic Movements.
Zondervan, Grand Rapids, Michigan, U.S.A,
2002.
7 MENZIES, William W. No
Poder do Espírito – fundamentos da Experiência Pentecostal.
Editora Vida, São Paulo, SP.
8 ROMEIRO, Paulo. Evangélicos
em Crise. Editora Mundo Cristão, São Paulo, SP pág.
791.
9 EDWARDS,
Jonathan. The Works of
Jonathan Edward. Citado por John White em Quando
O Espírito Vem Com Poder. ABU – Aliança Bíblica Universitária.
10 WHITE, John. Quando
o Espírito Vem Com Poder. ABU Editora. São Paulo, SP,
1998.
11 GEE, Donald. Depois
do Pentecostes. Editora Vida, São Paulo, SP.
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