Volta à telinha em dose duplaApós quatro anos fora do ar o programa Movimento Pentecostal volta a ser a bandeira da Assembléia de Deus na televisão. A reestréia foi no dia 19 de junho na Rede TV e na Rede Boas Novas , simultaneamente das 10h às 10h30. Com um cenário mais moderno, o programa, apresentado pela tradutora Carla Ribas, está mais dinâmico. Apresenta reportagens, testemunhos e entrevistas com especialistas que dão opinião sobre os casos apresentados. “O objetivo é fazer um programa evangelístico com informação e serviço. O dinamismo tem que existir, pois essa é a tendência da televisão. Procuramos relatar testemunhos, mas também mostrar nossa visão como crentes e o parecer de um profissional que atua na área. Queremos tirar a essência de todos os assuntos e oferecer informações fundamentadas ao telespectador”, explica Carla Ribas. Além de ser instrumento para disseminar o Evangelho e também a informação, o Movimento Pentecostal é um canal de divulgação dos produtos CPAD. Nessa nova fase, a apresentadora interage no ar com o pessoal do telemarketing e os operadores com os clientes que fazem contato pelo 0300-7897172. Esse formato vem dando certo na televisão e é uma idéia antiga da equipe. “Na estréia fui ao 0300 e recebemos muitos telefonemas. É a hora mais informal do programa. É como se a CPAD estivesse entrando na casa do telespectador com o livro na mão. No segundo, que eu não fui, as ligações caíram”, constatou Carla. Os índices do Ibope referentes aos dois programas iniciais mostram que o telespectador recebeu bem o Movimento Pentecostal . No sábado, dia 19, o pico do programa na Rede TV registrou índice satisfatório para o dia e horário: 0,9% de audiência, o que significa cerca de 80 mil famílias ligadas. “Queremos apresentar algo saudável para as famílias brasileiras”, defende a coordenadora. Além de atender os assembleianos o MP quer alcançar pessoas de outras denominações e também quem não é crente. “A televisão é uma grande invenção. Tem o poder de entrar na casa de quem não é crente nem cogita ir a uma igreja, mas não se nega a manter a tevê ligada se uma programação evangélica interessante estiver no ar. É uma forma de fazer o nome de Jesus ser mais conhecido”, enfatiza Carla Ribas. |