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Leitura
Bíblica em Classe
Is 55.6-13
Introdução
I. O caráter das promessas de
Deus
II. Para quem são as promessas
de Deus
III. O propósito das promessas
de Deus
Conclusão
Tema
deste Subsídio
Reconhecendo as Promessas de
Deus
Autor
Pr. Ron Rhodes, Mestre e Doutor
em Teologia pelo Seminário Teológico de Dallas.
Introdução:
Para podermos depositar nossa fé
nas promessas de Deus é necessário, primeiramente, sabermos
o que é e o
que não é uma promessa de Deus na Bíblia. Obviamente, se
aplicarmos como promessa um versículo que, de fato, não é
nenhuma promessa, então nossa fé estará deslocada e
ficaremos desiludidos quando não virmos os resultados que
esperamos. Entretanto, não ficaremos desapontados com a
Palavra de Deus se a interpretarmos corretamente (2 Tm 2.15) e
aplicarmos apenas os versículos que se constituem em
promessas para nós nos dias de hoje.
Na estante do meu escritório
tenho vários livrinhos em forma de brochura contendo
“promessas” de Deus. O problema é que muitas dessas
“promessas” não são realmente promessas. Por exemplo,
uma promessa que aparece em muitos desses livros é 1
Tessalonicenses 4.9, encontrada sob o título “Amor
Fraternal”: “Quanto, porém, à caridade [amor] fraternal,
não necessitais de que vos escreva, visto que vós mesmos
estais instruídos por Deus que vos ameis uns aos outros”.
Na verdade, este versículo só está afirmando que os cristãos
de Tessalônica haviam sido instruídos por Deus a amarem uns
aos outros. Não há nada nesse verso que indique que Deus está
prometendo fazer qualquer coisa pelos crentes. Afirmar que
esse versículo constitui uma promessa é, portanto, usar mal
a Escritura.
Eu poderia citar centenas
de exemplos como este, tirados de vários livros repletos de
promessas bíblicas, mas isto seria algo deselegante e poderia
parecer excessivamente crítico. A única coisa que quero
deixar claro é que precisamos identificar nitidamente o que
é e o que não é uma promessa bíblica. Só então poderemos
depositar nossa segurança confiadamente na Palavra de Deus.
Para isso, sugiro alguns
princípios básicos para a compreensão do que é e do que não
é uma promessa bíblica. São observações simples baseadas
em muitos anos de estudo da Palavra de Deus.
1. Promessas feitas a indivíduos
específicos
não foram formuladas com a intenção de ser válidas para todos os
crentes.
Um exemplo disso é Gênesis
12.2: “E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei, e
engrandecerei o teu nome, e tu serás uma bênção”. Essa promessa foi feita
apenas a Abraão, e não aos crentes em geral. Portanto, os
crentes de hoje não devem considerá-la como uma promessa bíblica
dirigida a eles. Um outro exemplo é 2 Reis 20.6: “E
acrescentarei aos teus dias quinze anos”. Essa promessa foi
feita somente a Ezequias, e não a todos os crentes. Quando
encontramos promessas na Bíblia, é bom fazermos duas
perguntas: A quem esta promessa está sendo feita? O contexto
indica que ela é uma promessa que eu posso aplicar
pessoalmente, ou ela foi feita apenas a um indivíduo em
particular?
2. Promessas feitas aos
israelitas do Antigo Testamento geralmente não se aplicam a
pessoas de hoje.
Várias promessas do Antigo
Testamento foram feitas exclusivamente aos israelitas, num
contexto muito específico, e não se aplicam aos crentes de
hoje. No livro de Deuteronômio, por exemplo, Deus prometeu,
através de Moisés, grandes bênçãos se a nação teocrática
(governada por Deus) vivesse em obediência à aliança sinaítica
que Deus havia celebrado com ela. Deus também prometeu que,
se a nação desobedecesse a seus mandamentos, ela sofreria as
punições listadas na aliança –– inclusive o desterro (Dt
28.15-68).
A história do Antigo
Testamento está repleta de exemplos da infidelidade de Israel
em relação à aliança. Os dois períodos mais
significativos de exílio para o povo judeu envolveram a
conquista de Israel pelos assírios, em 722 a.C., e o colapso
de Judá diante do cerco babilônico, em 597-581 a.C. Como
Deus prometera, a desobediência trouxe o exílio para o próprio
povo de Deus.
Uma promessa muito famosa,
feita aos israelitas do Antigo Testamento, e que é muitas
vezes aplicada impropriamente nos dias de hoje é 2 Crônicas
7.14: “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se
humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se converter dos
seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, e perdoarei
os seus pecados, e sararei a sua terra”. Estas são palavras
que Deus falou especificamente a Salomão em relação aos
israelitas (o “meu povo” de Deus do Antigo Testamento).
Porém, vemos freqüentemente pessoas aplicando esse versículo
como uma promessa de Deus para seus países. No entanto, além
de ser uma promessa específica para Israel, também encontramos nesse versículo o princípio geral de que Deus responde à oração e à humildade
trazendo cura. Com base nesse princípio geral, os cidadãos
brasileiros, por exemplo, deveriam se humilhar e orar, pedindo
a Deus pela cura de sua terra –– mas não podemos afirmar
que esse versículo é uma firme promessa feita ao Brasil. Em
outras palavras, o princípio geral pode ser aplicado a todas
as pessoas e todas as nações –– e Deus pode muito bem
curar uma nação atual que se humilha e ora –– mas a
profecia imutável que foi gravada em pedra e recebeu garantia
de seu cumprimento foi feita somente a Israel.
Lembremo-nos de que fomos
instruídos a não distorcer a Bíblia (2 Pe 3.16) e que somos
exortados a manejar corretamente a Palavra da verdade (2 Tm
2.15). Como muitos versículos do Antigo Testamento lidam
especificamente com os israelitas, em contextos específicos,
estaríamos interpretando mal a Bíblia se tomássemos para nós
promessas que Deus fez a eles. Porém, podemos inferir princípios
dessas promessas e aplicá-los a situações que ocorrem
conosco. Assim, por exemplo, quando lemos uma promessa feita
à nação israelita dizendo que Deus abençoaria sua obediência
(Dt 28.2), podemos deduzir o princípio geral de que Deus abençoa
a obediência e basear nossa vida nesse princípio.
3. Algumas promessas
bíblicas feitas no Antigo Testamento são aplicáveis
aos dias de hoje.
Nessa categoria estão as
promessas bíblicas baseadas na natureza de Deus, e não em
circunstâncias específicas concernentes aos israelitas. Um
exemplo disso é Isaías 55.11, que faz referência à eficácia
da Palavra de Deus: “Assim será a palavra que sair da minha
boca; ela não voltará para mim vazia; antes, fará o que me
apraz e prosperará naquilo para que a enviei”. Essa
promessa está baseada inteiramente na soberania intrínseca
de Deus. Como o versículo está baseado na natureza de Deus
(uma natureza que não muda), ele fala de algo que é verdade
em qualquer tempo e em qualquer lugar.
Portanto, podemos ficar
seguros de que a Palavra de Deus é tão eficaz hoje quanto
era na época do Antigo Testamento. Algumas promessas feitas
no Antigo Testamento se aplicam hoje por causa das fortes
promessas paralelas encontradas no Novo Testamento. Esses
paralelos indicam que Deus faz determinadas promessas gerais
aos que o seguem, não importa se viveram na época do Antigo
ou do Novo Testamento, ou até depois. Um exemplo está em
Salmos 34.22: “O Senhor resgata a alma dos seus servos, e
nenhum dos que nele confiam será condenado”. Isto soa bem
semelhante a João 3.18, onde lemos: “Quem crê nele não é
condenado”.
Além disso, algumas
promessas divinas do Antigo Testamento foram feitas aos que
“confiam no Senhor” ou “buscam refúgio no Senhor” ou
“esperam no Senhor”, e, portanto, se aplicam aos cristãos
de hoje que confiam no Senhor, se refugiam nEle e esperam
nEle. Por exemplo, em Isaías 40.31, está escrito: “Mas os
que esperam no Senhor renovarão as suas forças e subirão
com asas como águias; correrão e não se cansarão; caminharão
e não se fatigarão”. Em Salmos 31.23, lemos que “o
Senhor guarda os fiéis”. Em Salmos 34.10 lemos que
“aqueles que buscam ao Senhor de nada têm falta”. Essas
promessas gerais parecem se aplicar aos crentes de todas as
eras.
4. Os “ditos de sabedoria” do
livro de Provérbios não foram escritos para serem
considerados como promessas bíblicas.
O livro de Provérbios é um
“livro de sabedoria” e contém máximas de sabedoria
moral. As máximas encontradas nesse livro foram criadas para
ajudar os jovens da antiga nação de Israel a adquirir um
conhecimento que os levasse a viver a vida com prudência.
A palavra provérbio significa,
literalmente, “ser semelhante” ou “ser comparável a”.
Um provérbio, portanto, é uma forma de comunicar uma verdade
usando comparações ou figuras de linguagem. Os provérbios
cristalizam e condensam, de uma forma fácil de memorizar, as
experiências e observações dos escritores a respeito da
vida e apresentam princípios que, geralmente (mas nem
sempre), são verdadeiros. A recompensa por meditar nessas máximas
ou “ditos de sabedoria” é, obviamente, adquirir
sabedoria. Mas esses ditos nunca tiveram o propósito de ser
promessas bíblicas.
Um versículo que com freqüência
é interpretado erroneamente como uma promessa é Provérbios
22.6: “Instrui o menino no caminho em que deve andar, e, até
quando envelhecer, não se desviará dele”. Conheço pais
que se apropriaram desse versículo como uma promessa e
fizeram tudo o que estava ao seu alcance para criar seus
filhos corretamente e no temor do Senhor. Mas, em alguns
casos, os filhos acabaram se afastando do cristianismo e se
perdendo na vida. Os pais desses filhos ficaram desiludidos e
sem saber o que tinham feito de errado. Mas Provérbios 22.6 não
foi escrito com a intenção de ser uma promessa. Assim como
outros aforismos do livro de Provérbios, este versículo contém
um princípio geral que normalmente é verdadeiro.
Mas um princípio geral
sempre tem exceções à regra. Lembre-se de que Deus é o Pai
mais perfeito que existe, mas seus filhos, Adão e Eva,
certamente se desviaram.
A boa notícia é que, se você
seguir os princípios gerais expostos no livro de Provérbios,
você, com certeza, verá certos resultados positivos em sua
vida, e será muito mais bem-sucedido! Mas princípios não são
o mesmo que promessas.
5. Palavras ditas por seres
humanos e registradas na Escritura não são, necessariamente,
promessas bíblicas.
Obviamente, as palavras dos
profetas e apóstolos contêm muitas promessas de Deus e devemos prestar muita
atenção a elas. Mas, em outros casos, a Escritura
simplesmente registra alguma coisa dita por um determinado
indivíduo (que não era profeta ou apóstolo), e essas
palavras não podem ser tomadas como uma promessa. Por
exemplo, em Jó 4.8 está escrito: “os que lavram iniqüidade
e semeiam o mal segam isso mesmo”. À primeira vista, pode
parecer que Deus está prometendo trazer o mal sobre os que
causam o mal. Entretanto, se examinarmos o contexto, veremos
que essas foram palavras que Elifaz, o temanita, disse a Jó
durante seu tempo de sofrimento. Portanto, elas não
constituem uma promessa de Deus.
Da mesma forma, em Jó
8.6, lemos: “se fores puro e reto, certamente, logo
despertará por ti e restaurará a morada da tua justiça”.
Mais uma vez, à primeira vista, parece que Deus está fazendo
uma promessa aqui. Mas o contexto mostra que essas palavras
foram ditas por Bildade, o suíta. Precisamos sempre ter o
cuidado de não tomar como promessa de Deus algo que uma
pessoa disse a outra.
6. Algumas promessas bíblicas são
incondicionais, enquanto outras são condicionais.
Este livro contém os dois tipos
de promessas. Uma promessa condicional é uma promessa com um
“se” embutido. Este tipo de promessa necessita que certas
obrigações ou condições sejam satisfeitas para que Deus a
cumpra. Se o povo de Deus deixa de satisfazer as condições,
Deus não está obrigado, de forma alguma, a cumprir a
promessa. Um exemplo disso é Tiago 1.25: “Aquele, porém,
que atenta bem para a lei perfeita da liberdade e nisso
persevera, não sendo ouvinte esquecido, mas fazedor da obra,
este tal será bem-aventurado no seu feito”. A bênção
prometida nesse versículo depende da obediência à Palavra
de Deus.
Outro exemplo é João
15.7: “Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras
estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será
feito”. Essa promessa garante o atendimento das orações somente para aqueles que permanecem em Cristo e em quem as
palavras de Cristo permanecem. Se a condição for satisfeita,
a promessa é cumprida. Uma promessa incondicional não
depende de tais requisitos para seu cumprimento. Não há
nenhum “se” embutido. O que foi prometido é concedido
soberanamente ao beneficiário da aliança, independentemente
de qualquer merecimento (ou falta de merecimento) por parte
deste. Essas promessas são válidas para todos os que
pertencem à família de Deus.
Muitas das promessas
relativas à firmeza da posição dos cristãos no Senhor ou
às bênçãos que temos em Cristo são incondicionais. Por
exemplo, lemos em Gálatas 4.6,7: “E, porque sois filhos,
Deus enviou aos nossos corações o Espírito de seu Filho,
que clama: Aba, Pai. Assim que já não és mais servo, mas
filho; e, se és filho, és também herdeiro de Deus por
Cristo”. O fato de sermos filhos e herdeiros na família de
Deus não depende do cumprimento de certas obrigações. Ao
contrário, é algo que vale para todos os cristãos.
7. Ao interpretar as promessas de
Deus, tenha sempre em mente o que outras passagens sobre o
mesmo assunto revelam.
A Escritura interpreta a si
mesma. Este princípio diz que, se alguém interpreta um
determinado versículo de uma maneira que contradiz claramente
outros versículos bíblicos, então essa interpretação está
incorreta. A harmonia escriturística é essencial.
Em vista desse princípio,
considere a promessa bíblica em Marcos 11.23,24: “Porque em
verdade vos digo que qualquer que disser a este monte:
Ergue-te e lança-te no mar, e não duvidar em seu coração,
mas crer que se fará aquilo que diz, tudo o que disser lhe
será feito. Por isso, vos digo que tudo o que pedirdes,
orando, crede que o recebereis e tê-lo-eis”.
Precisamos interpretar
essa promessa à luz do que é revelado por outros versículos
da Bíblia. O contexto mais amplo da Escritura impõe limitações
sobre o que Deus nos dará. Deus não pode nos dar,
literalmente, qualquer coisa. Algumas coisas são realmente
impossíveis para Deus nos dar. Por exemplo, Deus não pode
atender a solicitação de uma criatura para ser Deus, nem
atender um pedido de aprovação do nosso pecado. Deus não
nos dará uma pedra, se pedirmos um pão, nem uma serpente, se
pedirmos um peixe (Mt 7.9,10). A Bíblia impõe outras condições,
além da fé, sobre a promessa de
Deus de atender a oração.
Precisamos estar nEle e deixar que a sua Palavra esteja em nós
(Jo 15.7). Não podemos “pedir mal” para satisfazer nosso
egoísmo (Tg 4.3). Além disso, precisamos pedir “segundo a
sua vontade” (1 Jo 5.14). Não podemos nos esquecer que,
quando reivindicamos promessas condicionais de Deus, este
“se for da tua vontade” deve sempre ser dito, explícita
ou implicitamente.
A maioria das modernas
versões bíblicas tem referências cruzadas listadas numa
coluna. Recomendo que, ao ler uma promessa bíblica, você
examine as referências cruzadas para ter certeza de que está
interpretando a promessa corretamente.
8. Ao interpretar as promessas de
Deus, deixe o contexto determinar o significado apropriado das
palavras bíblicas.
Vou ilustrar o que quero dizer
com 2 Coríntios 8.9: “Porque já sabeis a graça de nosso
Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, por amor de vós se fez
pobre, para que, pela sua pobreza, enriquecêsseis”. Alguns
têm reivindicado este versículo como uma promessa de
prosperidade financeira. Entretanto, essa interpretação não
se encaixa no contexto. Observe que, se Paulo tivesse a intenção
de dizer que a prosperidade financeira é providenciada na
expiação, ele estaria oferecendo aos coríntios algo que ele
mesmo não possuía naquela época. De fato, em 1 Coríntios
4.11, Paulo informou a esses mesmos irmãos que ele sofria
“fome e sede”, estava nu e não tinha “pousada certa”.
Contextualmente, parece inegável que 2 Coríntios 8.9 está
falando de prosperidade espiritual, e não financeira. Isso se encaixa tanto no
contexto imediato de 2 Coríntios quanto no contexto mais
amplo das outras cartas de Paulo.
Outra ilustração pode
ser encontrada em Isaías 53.5: “Mas ele foi ferido pelas
nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o
castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e, pelas suas
pisaduras, fomos sarados”. Alguns reivindicam esse versículo
como uma promessa de cura física, mas o que parece estar
sendo tratado aqui é a cura espiritual do problema do pecado.
A palavra hebraica que significa cura (napha) pode
se referir não só à cura física como também à cura
espiritual. O contexto de Isaías 53.4,5 indica uma cura
espiritual. Afinal de contas, “transgressões” e “iniqüidades”
estabelecem o contexto do que está sendo “curado”. Além
disso, vários versículos bíblicos corroboram a visão de
que a cura física na vida mortal não é garantida na expiação
e de que nem sempre é da vontade de Deus realizar a cura. O
apóstolo Paulo não pôde curar o problema estomacal de Timóteo
(1 Tm 5.23) e
nem curar Trófimo em Mileto (2
Tm 4.20) ou Epafrodito (Fp 2.25- 27). Paulo falou que teve uma
“fraqueza da carne” (Gl 4.13-15). Ele também sofria por
causa de um “espinho na carne” que Deus permitia que ele
tivesse (2 Co 12.7-9). Deus certamente permitiu que Jó
passasse por um período de sofrimento físico (Jó 1–2). Em
nenhum desses casos, os indivíduos envolvidos agiram como se
acreditassem que sua cura estava prometida na expiação. Eles
aceitaram as situações que estavam enfrentando e confiaram
na suficiência da graça de Deus.
Aqui está uma revisão
dos princípios que discutimos: Princípios para a
Interpretação das Promessas Bíblicas
FAZER TABELA
1. Promessas feitas a indivíduos específicos não foram formuladas com a intenção de
serem válidas para todos os crentes.
2. Promessas feitas aos israelitas do Antigo
Testamento geralmente não se aplicam a pessoas de hoje.
3. Algumas promessas bíblicas
feitas no Antigo Testamento são
aplicáveis
aos dias de hoje. Nessa categoria estão as promessas bíblicas
baseadas na natureza de Deus, promessas com paralelos no Novo
Testamento e promessas gerais para “os que confiam no
Senhor”.
4. Os “ditos de sabedoria” do livro de
Provérbios não foram escritos para serem considerados como
promessas bíblicas.
5. Palavras ditas por seres humanos e
registradas na Escritura não são, necessariamente, promessas
bíblicas.
6. Algumas promessas bíblicas são
incondicionais, enquanto outras são condicionais.
7. Ao interpretar as promessas de Deus, tenha
sempre em mente o que outras passagens sobre o mesmo assunto
revelam.
8. Ao interpretar as promessas de Deus, deixe
o contexto determinar o significado apropriado das palavras bíblicas.
Leia do mesmo autor: Ron
Rhodes
O
livro completo das promessas bíblicas. CPAD, 2006.
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