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Leitura
Bíblica em Classe
Filipenses 3.17-21
Esboço da Lição
Introdução
I.
Origem do Movimento
II.
Sobre Deus e a Trindade
III.
Sobre o Homem e o Seu Destino
IV.
Suas Sutilezas
Conclusão
Tema
deste Subsídio
Antes de
Abraão, EU SOU – Eu Sou aquele que é, aquele que existe em
si mesmo.
Autor
Esequias Soares – Pastor da Assembléia de Deus em Jundiaí,
SP, professor de Grego, Hebraico e Apologia Cristã;
Comentarista das Lições Bíblicas, Articulista, Autor e
Conferencista Internacional.
Adaptação
Setor de Educação
Cristã
Palavras-chaves
YAHWEH; Jeová; Trindade; Identidade; Exegese;
Testemunhas de Jeová; Torre de Vigia; Tradução do Novo
Mundo das Escrituras Sagradas.
Introdução
A Sociedade Torre de Vigia, organização das
Testemunhas de Jeová, procura persuadir o povo e seus
associados de que Deus nunca se revelou a si mesmo pelo título
“Eu Sou”. Querendo tornar essa idéia uma realidade, a
organização trabalhou cuidadosamente os textos bíblicos que
tratam do assunto, dando uma versão nada convencional, na Tradução
do Novo Mundo das Escrituras Sagradas, versão oficial das
Testemunhas de Jeová.
1.
Controvérsia
Proposição:
A questão gira em torno de dois textos bíblicos: “E disse
Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos
filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós” (Êx 3.14), e o
outro em o Novo Testamento: “Disse-lhes Jesus: Em verdade,
em verdade vos digo que, antes que Abraão existisse, eu
sou” (Jo 8.58).
No Velho Testamento, Deus se manifestou mais de uma
vez como “Eu Sou” e da mesma forma o Senhor Jesus em o
Novo. A Bíblia afirma de maneira expressa e direta que o
Senhor Jesus Cristo é o mesmo Deus Jeová de Israel, além de
revelar essa deidade através das suas obras, atributos e títulos.
“Eu Sou” é mais um título divino aplicado também ao
Senhor Jesus.
Nos Estados Unidos, uma editora identificada
como Elihu Books, publicou recentemente três livros em defesa
das crenças das Testemunhas de Jeová e da Tradução do
Novo Mundo: dois da autoria de Greg Stafford e um da
autoria de Rolf Furuli. [1] No Brasil, um simpatizante dessas crenças, que se apresenta com o
nome de Rubem Nery, preparou uma apostila intitulada Um
Exame Lingüístico e Contextual de João 8.58, onde
expressa o pensamento desses autores.
2.
Exegese de Passagens
Seletas e Controversas
2.1. Êxodo 3.14
Proposição: O sistema de conjugação verbal
do hebraico bíblico foge ao padrão ocidental. O hebraico
moderno, falado hoje em Israel engessou o sistema do
ocidente.
a)
Verbo “qotel”:
O significado do verbo qotel, por
exemplo, é “ele
mata”, (qatal) “ele matou”, (yiqtol) “ele
matará”, e quando vem seguido do waw conversivo [e],
quer dizer “e ele matou” (wayiqtol) ou “e
ele matará”(weqatal). É comum encontrar na Bíblia um verbo
no qatal (“ele matou”) com o sentido de
presente ou futuro, e da mesma forma um verbo yiqtol (“ele
matará”) com idéia de passado. No entanto, é necessário
analisar alguns detalhes gramaticais e o contexto. Hoje em
Israel ehyeh indica o futuro, similar ao yiqtol,
que os gramáticos do hebraico bíblico chamam de imperfeito.
Na verdade, o imperfeito e o perfeito não são tempos
verbais, mas qualidade de ação.
b)
A expressão hebraica “ehyeh asher ehyeh”: Essa expressão é traduzida por “EU SOU O
QUE SOU”, e às vezes, por “EU SEREI O QUE SEREI”, mas a
última tradução não é admitida pela maioria das versões
bíblicas – basta comparar as inúmeras versões da Bíblia
para comprovar esse fato. A apostila acima descrita, apresenta
uma lista de 14 versões bíblicas inglesas que, para
justificar sua tese, o autor afirma que trazem o verbo
“ser” no tempo futuro. Entretanto, oito versões dessa
lista apresentam a referida expressão no tempo presente, o
verbo no tempo futuro só aparece em notas no rodapé, como tradução alternativa. A última
versão da lista é a New Revised Standard (NASV) que foi
colocada nessa lista por engano, talvez, pois nela o verbo está
no tempo presente, e não no futuro. Isso sem contar as versões
que trazem o referido verbo no presente, que ele não
mencionou.
c)
A Septuaginta: Esta versão grega traduziu como
“tempo” presente acompanhado do particípio egō
eimi ho ōn, “Eu Sou o Sendo” ou “Eu Sou Aquele
Que É”, ou ainda “Eu Sou o Ser”. O Targum de Ônquelos
traduziu ehyeh asher ehyeh pela expressão “aquele
que é, e que era, e que há de vir”, no grego: ho ōn
kai ho en kai ho erchomenos – mesma expressão que
aparece cinco vezes no livro de Apocalipse, como referência
ao Filho 1.8, e as outras quatro ao Pai (Cf. 1.4; 4.8;11.17;
16.5). [2].
d)
O nome Yahweh: Este nome vem do verbo hebraico hayah,
que significa “ser, estar, existir, tornar-se” e
“acontecer”. Na poesia hebraica usa-se com freqüência a
forma reduzida Yah (Sl 68.4). Isso, talvez, justifique
a presença da letra “a” no nome Yahweh. A terceira
letra do Tetragrama “w” é usada alternadamente com o
“y”. Esse verbo na forma yiqtol é tanto yhyeh como
yhweh, de onde procede o nome YAHWEH. O
significado desse verbo, na passagem de Êxodo 3.14, é que
Deus é o que tem existência própria, existe por si mesmo.
É o imutável; a causa de todas as coisas; auto-existente –
aquele que é, que era e o que há de vir –, o Eterno
(Gn 21.33; Sl 90.1,2; Ml 3.6, Ap 1.8). Esse é o significado
do nome Jeová, e até hoje os judeus religiosos preferem chamá-lo
de O ETERNO, como se encontra na Bíblia na Linguagem de
Hoje, em lugar do Tetragrama.
e)
Conceito dos hebraístas. Muitos eruditos
hebraístas admitem que o verbo hayah, em Êxodo 3.14,
está no binyan hiph’il, nesse caso as formas do
presente e do futuro seriam iguais. Isso explicaria o fato de
os rabinos não usarem o futuro na Septuaginta. Os verbos
hebraicos dispõem de recursos inexistentes em todas as línguas
ocidentais: os binyanim, ou seja, as construções, que
alguns chamam indevidamente de graus, como por exemplo, o
verbo “aprender”
(lamad), na construção qal, ou seja, na
construção simples. Mas esse mesmo verbo no pi’el, que
é uma construção intensiva, apresenta a forma
limed, e significa “ensinar”. O verbo achal
a construção qal significa “comer”, mas no hiph’il,
construção causativa, apresenta a forma he’echil, que,
como causativo é “fazer ou causar a comer”, portanto,
significa “alimentar”. Nesse caso, o verbo ser, em Êxodo
3.14, é o imperfeito causativo, como advogava Albright e
significa: “Eu trago a existência, faço existir, crio”.[3]
A expressão hebraica
ehyeh asher ehyeh traduzida por “Eu Sou o que Sou”
em nossas versões da Bíblia é gramaticalmente correta. Já
a tradução: “eu serei o que serei”, surgiu pela primeira
vez no século 2 d.C. nas versões gregas de Áquila e Teodócio.
Áquila se apostatou do cristianismo e foi discípulo do
rabino Akiva (100–130 d.C.). Teodócio era prosélito e o
seu trabalho foi uma revisão da Septuaginta e não uma tradução
do hebraico. Há indícios de que essas versões são
tendenciosas.
f)
Outras traduções: A Septuaginta traduziu duas vezes ehyeh no presente.
*
Jerônimo. Este tradutor
que viveu 20 anos em Belém, e estudou hebraico com os
rabinos, traduziu Êxodo 3.14 no presente: ego sum qui sum
– na Vulgata Latina.
*
Moisés Katznelson. O texto bilíngüe hebraico-espanhol, de Moisés Katznelson, da
Editorial Sinai, Tel-Aviv, usa a expressão “eu sou o que
sou”. Existe, sim, a tradução “eu sou” e “eu
serei” para ehyeh. Querer anular qualquer uma delas
simplesmente para justificar suas convicções teológicas é
leviandade.
*
O texto hebraico do Novo Testamento.
Jeová se manifestou como o Grande “Eu Sou” de outra
maneira no Velho Testamento: “Vede, agora, que Eu Sou, Eu
somente, e mais nenhum deus além de mim...” (Dt 32.29 – Almeida
Atualizada). Somente o Deus Jeová de Israel, é “EU
SOU”. Aqui é usada a expressão hebraica Ani Hu “Eu
Sou”, literalmente: “Eu [sou] Ele”, que a Septuaginta
traduziu por egō eimi, que aparece também em Isaías
41.4; 43.10;46.4; 52.6, a mesma expressão de João 8.58. O texto hebraico do Novo Testamento, tanto a edição das
Sociedades Bíblicas Unidas como o da Sociedade Bíblica de
Israel, traduzem João 8.58 pela expressão Ani Hu. É
verdade que não podemos afirmar categoricamente que “eu
sou”, em João 8.58 seja uma citação ipsis litteris de
Êxodo 3.14, e isso já foi publicado num artigo do jornal
Mensageiro da Paz (Nº 1.386, 16-31/5/2001, p.10). Mas, nem
por isso fica anulado o fato de que essa pode ser a intenção
do Espírito Santo, pois ambas passagens mostram tanto a
eternidade do Pai como a do Filho.
2.2.
João 8.58
Proposição:
“Eu Sou” é um título divino independentemente de ehyeh
ser “eu sou” ou “eu serei”, pois o Velho
Testamento usa outra maneira para designar a mesma coisa. A
apostila procura eliminar qualquer possibilidade de se
traduzir ehyeh por “Eu Sou”, em Êxodo 3.14.
O
referido autor apresenta na apostila alguns nomes respeitáveis
na língua grega que vêem a possibilidade de se traduzir egō
eimi no Present Perfect inglês, I have been “eu
tenho sido”, mas não apresentou uma tradução inglesa
sequer com essa versão. Isso simplesmente porque não
existe, a não ser na literatura da Torre de Vigia.
*
The
Bible from 26 Translations.
O texto da
Bíblia inglesa The Bible from 26 Translations, da
Baker Book House, apresenta 26 versões inglesas da Bíblia
e nenhuma delas traduziu egō eimi, em João
8.58 por I have been.
*
A expressão
“eu tenho sido” não aparece nenhuma vez sequer nas páginas
do Novo Testamento, e muito menos na Bíblia existe a
tradução “eu tenho sido” para as 48 vezes que “egō
eimi” aparece em o Novo Testamento grego.
*
Programa
Logos.
A expressão grega egō
eimi aparece
48 vezes no Novo Testamento, segundo o programa de
computador Logos. Ao buscarmos nesse mesmo programa
a expressão grega egō
eimi ficou constatado que nenhuma vez a frase é traduzida
por I have been nas sete versões do
programa.
*
Bíblia
On Line. Em
uma busca na Bíblia On Line ficou constatado que a
expressão “eu tenho sido” não aparece nenhuma vez
sequer em o Novo Testamento, e nem em toda a Bíblia.
Somente nas versões Almeida Corrigida e Atualizada é que
aparece uma vez (1Rs 19.14). Isso mostra que não existe a
tradução “eu tenho sido” para as 48 vezes que egō
eimi aparece
nas páginas do Novo Testamento grego.
3.
A Proposta da Apostila.
Visto
que “Eu Sou” é um título divino, logo, trata-se de uma
questão de identidade e não de idade. O v.24, desse mesmo
capítulo 8, Jesus afirma: “Por isso, vos disse que
morrereis em vossos pecados, porque, se não crerdes que eu
sou, morrereis em vossos pecados”. Essa mesma expressão
reaparece em João 8.28; 13.19.
*
Veja, por exemplo, que a expressão grega hoti egō
eimi é um discurso indireto sem predicado depois de eimi.
É isso que o professor A.T. Robertson chama de Absoluto, em
João 8.58. O Theological Dictionary of the New Testament
diz: “O versículo atribui a Jesus consciência de
eternidade ou atribuiu o que a Escritura atribui ao Pai; cf.
o Ani Hu em Is 43.10 (Septuagint – hoti egō
eimi).”[4]
A
apostila traz uma crítica a declaração do doutor Robertson:
“em João 8:58 eimi é realmente absoluto”, em sua
obra Word Pictures in the New Testament, dizendo que
tal declaração se trata de “uma saída do nada” (p.12).
É evidente que se trata de uma crítica precipitada e sem
fundamento. Basta ler a explicação no v.24, do capítulo 8
de João, na obra citada, onde Robertson afirma e explica que egō
eimi é absoluto nas passagens de João 8.24, 28, 58;
13.19 porque aparece sem predicado. O Senhor Jesus empregou a
mesma linguagem de Jeová, Deus de Israel, conforme vemos em
Deuteronômio 32.39; Isaías 41.4; 43.10; 46.4; 52.6.
*
Com
isso Jesus afirmava ser divino absoluto e eterno.
Os judeus entenderam a declaração de Jesus e por isso:
“pegaram em pedras para lhe atirarem; mas Jesus
ocultou-se, e saiu do templo, passando pelo meio
deles, e assim se retirou” (Jo 8.59).
*
O
Senhor Jesus usou a linguagem de Jeová.
Isso se repetiu em João 10.30-33. O “Eu Sou”, aqui, diz
respeito à Identidade de Cristo e não meramente à Idade.
A
apostila ocupa duas páginas tentando explicar qual a expressão
exata que Jesus teria usado em João 8.58, visto que na época,
em Israel, o povo falava aramaico e hebraico, e o texto em
apreço foi escrito em grego. Isso está também nas páginas
231 a 233 da obra de Furuli. É evidente
que se trata de especulação, mas a fé cristã está
fundamentada no que está escrito e não no que o Senhor Jesus
ou seus apóstolos poderiam
ter dito.
*
A
apostila afirma que foi autoritária e dogmática a declaração:
“não
permite em hipótese alguma a tradução “eu tenho
sido”, do livro Como Responder às Testemunhas de Jeová.
[5]
Mais
adiante afirma que há um equívoco na declaração do livro
quando afirmo nele que o verbo grego gegona, que é o
perfeito de ginomai seria a forma correta para
substituir o passado do verbo eimi.
*
Refutação:
(1)
A declaração não é autoritária e nem dogmática
porque em nenhuma versão da Bíblia, em inglês ou em
português, exceto a Tradução do Novo Mundo,
traduz egō eimi por “eu tenho sido” nas
suas 48 vezes que a expressão aparece em o Novo
Testamento grego. Sobre o detalhe gramatical, estou
partindo de um princípio natural. Basta consultar
qualquer gramática grega e suas tabelas de flexões
verbais para se confirmar o que digo. E. Ragon diz que o
verbo eimi é defectivo não tem aoristo e nem
perfeito. [6]
(2)
A mesma evidência encontramos na Gramática Grega de
Antônio Freire: “O verbo eimi não tem aoristo
nem perfeito. Estes tempos são supridos pelo aoristo e
pelo perfeito de ginomai...”.[7]
Seria
desnecessário citar as mais diversas gramáticas, pois
todas dizem a mesma coisa, trata-se de um fato
natural.
(3)
A idéia de tempo aqui, nessa passagem, recai sobre a
palavra prin, “antes”, e o acentuado contraste
entre os verbos gregos “existisse” genethai, de
ginomai e eu “sou” (eimi) mostra que
mesmo antes de Abraão existir Jesus já existia
eternamente. Podemos ver esse paralelismo no Salmo 90.2,
na Septuaginta [89.2], pro tou ore genesthenai...su ei,
que significa “antes que os montes existissem.... tu és”,
que está presente eternidade de Deus: “Antes que os
montes nascessem, ou que formasses a terra e o mundo, sim,
de eternidade a eternidade, tu és Deus”.
(4)
A palavra grega pro, “antes”, é similar a prin.
O verbo ginomai, em contraste com o verbo eimi,
revela o contraste entre o eterno e o criado. A diferença
entre essas passagens é apenas de ordem gramatical, ego
eimi, “eu sou”, primeira pessoa; su ei,
“tu és”, segunda pessoa. O verbo ginomai aparece
no aoristo infinitivo passivo aqui e lá no aoristo
infinitivo ativo. Esses detalhes gramaticais em nada
afetam o contraste entre o eterno e o criado nessas
passagens bíblicas. É a mesma construção gramatical e
são os mesmos verbos.
(5)
A obra erudita A Grammatical Analysis of the Greek New
Testament (Análise Gramatical do Grego do Novo Testamento),
diz: “eimi” – Verbo enfático, presente
denotando ser eterno deliberadamente oposto a prin ...
genesthai antes... existisse, ou simplesmente nascido”.
[8]
*
O
texto interlinear das próprias Testemunhas de Jeová, The
Kingdom Interlinear Translation of the Greek Scriptures
(Tradução Interlinear do Reino das Escrituras Sagradas),
traz nas palavras que aparecem entre as linhas “eu sou”,
colocadas abaixo da expressão egō eimi. O mesmo
acontece com outra edição interlinear do Novo Testamento,
grego-inglês, também publicada pela Torre de Vigia, The
Emphatic Diaglott. Isso é prova de que a Tradução
do Novo Mundo não está de acordo com o texto
grego.
*
Argumentação:
Todo o argumento apresentado nas obras de Greg Stafford,
Rolf Furuli e na apostila de Rubem Nery parte de uma falsa
premissa de que a Trindade
não é uma doutrina bíblica e que Jesus não é
Deus e nem eterno. Além disso, diz a apostila que “90% da
exegese trinitariana de João 8:58 repousa sobre a suposição
de que o que Deus disse em Êxodo 3:14 significa
“Eu sou”. Essa declaração é falsa.
A
exegese trinitariana está fundamentada em toda a Bíblia, e não
apenas em um detalhe (Gn 1.26; 3.22; 11.7 e Mt 28.19). Da
mesma maneira a divindade absoluta de Jesus (Jr 23.5,6; Jo 1.1
e Cl 2.9). O “Eu Sou” é um título divino aplicado tanto
ao Pai como ao Filho.
(Artigo
publicado originalmente na Revista RESPOSTA FIEL, ANO 2, Nº
6, jun/jul/ago, 2002, pg. 28-31 – Texto adaptado e revisado
pelo Setor de Educação Cristã.)
Galeria
de fotos de Charles Russell e As Testemunhas de Jeová
|

Charles Russell
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Publicações
russelitas de
Greg Stafford e Rolf Furuli
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Notas:
1.
Jehovah’s
Witnesses Defended:
An Answer to Scholars and Critics; Three Dissertatons on
the Teachings of Jehovah´s Witnesses. Ambos da autoria de
Greg Stafford, e o terceiro: The Role of Theology and Bias
in Bible Translation: With a Special Look at the New World
Translation of Jehovah’s Witnesses, da autoria de Rolf
Furuli.
2.
GAEBELEIN,
Frank E. Expositor´s Bible Commentary. Grand Rapids,
Michigan, USA: Zondervan Publishing House. Vol. 12, 1985, p.
420.
3.
HARRIS,
R. Laird; ARCHER JR., Gleason L.; WALTKE, Bruce K. Dicionário
Internacional de Teologia do Antigo Testamento. São Paulo:
Vida Nova, 1998, p.347.
4.
The
Theological Dictionary of the New Testamen. Vol.
2, p. 399, KITTEL, Gerhard, Eerdmans Publishing Company, Grand
Rapids, USA, 1993.
5.
SOARES, Esequias. Como responder às Testemunhas de
Jeová. São Paulo: Candeia, 1995, p.109.
6.
RAGON, E. Gramaire Grecque, De Gigord, Paris, p.
61.
7.
Freire, Antonio. Gramática Grega. São Paulo:
Martins Fontes, 1987, p. 68.
8.
ZERWICK,
Max S. J. GROSVENOR, Mary. A Grammatical Analysis of the
Greek New Testament Editrice. Pontifício
Istituto Bíblico, 1993, p. 314.
Glossário:
Conheça
o significado de termos e expressões utilizados no estudo
deste trimestre.
Entrevista:
Raymond
Franz, ex-missionário das Testemunhas de Jeová relata os
bastidores da organização e responde dúvidas, afirmando sua
fé em Cristo.
Para
saber mais:
OLIVEIRA, Raimundo F. de. Seitas
e heresias: um sinal dos tempos. RJ:
CPAD, 2002.
ROMEIRO, Paulo; RINALDI,
Natanael. Desmascarando as seitas. RJ: CPAD, 1996.
SOARES, Esequias. Manual de
apologética cristã. Rio de Janeiro: CPAD, 2002.
GEISLER,
Norman L.: RHODES, Ron. Respostas às Seitas. RJ, CPAD, 2000
Revista
Resposta Fiel. RJ: CPAD.
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