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Leitura
Bíblica em Classe
Gálatas 4.22, 23, 28-31.
Esboço da Lição
Introdução
I.
Considerações
Gerais
II.
Fonte de
Autoridade
III.
Teologia Islâmica
IV.
Os cinco
Pilares do Islamismo
Conclusão
Tema
deste Subsídio
Raízes do
Islamismo
Autor
Redação
da Revista Resposta Fiel
Adaptação
Setor de Educação
Cristã
Palavras-chaves
Islamismo;
Maomé; Judaísmo; Cristianismo; Monoteísmo; Trindade.
Introdução
O islamismo é
uma religião afeita ao Oriente Médio, de onde se originou,
com predominância nessa região. Suas crenças e práticas
nos parecem exóticas por ser diferente da cultura
ocidental.
Muito pouco ou quase nada se sabia sobre essa religião no
mundo ocidental. Foi com os atentados às torres gêmeas de
Nova Iorque e ao Pentágono, em Washington, que os ocidentais
foram conscientizados a respeito da religião islâmica.
1.
Origem
Nem
todos os árabes são muçulmanos e nem todos os muçulmanos são
árabes. Os árabes são descendentes naturais de Ismael,
filho de Abraão com a concubina egípcia Agar. “E Agar deu
um filho a Abrão; e Abrão chamou o nome do seu filho que
tivera de Agar, Ismael” (Gn 16.15).
A respeito deste texto há
uma grande disputa, desde a Antigüidade, pois muitos, ou
quase todos os árabes se consideram filhos de Ismael. Não é
verdade que todos eles sejam ismaelitas, nem mesmos os
sauditas.
a)
Qahtan,
Adnam e seus descendentes.
Os povos do sul da Península Arábica são descendentes de
Qahtan, o Joctã de Gênesis 10.25. Seus descendentes
povoaram o sul dessa península. Já os povos do norte da Arábia
Saudita são descendentes de Adnam, que é ismaelita.[1]
b)
Os
termos dos filhos de Ismael. O
texto de Gênesis 25.12-18 assim descreve os termos dos
filhos de Ismael: “E habitaram desde Havilá até Sur”.
Havilá, neste texto, era uma região da costa oriental da
Península Arábica, no Golfo Pérsico, enquanto Sur,
localiza-se na região do Sinai. É verdade que a população
dos filhos de Ismael predomina no Oriente Médio, mas nem
todos são ismaelitas.
Deus
fez promessas também aos descendentes de Ismael: “E,
quanto a Ismael, também te tenho ouvido: eis aqui o tenho
abençoado, e fá-lo-ei frutificar, e fá-lo-ei multiplicar
grandissimamente; doze príncipes gerará, e dele farei uma
grande nação. O meu concerto, porém, estabelecerei com
Isaque, o qual Sara te dará neste tempo determinado, no ano
seguinte” (Gn 17.20- 21). A Bíblia contempla bênçãos
para os filhos de Ismael, afinal, são também descendentes
de Abraão.
c)
A
bênção de Ismael não é espiritual. Mas
a bênção de Ismael não é espiritual, pois essa Deus
prometeu a Isaque. A mesma promessa de abençoar todas as
famílias da terra é confirmada a Isaque e a Jacó e não a
Ismael (Gn 28.13-14). Essa promessa diz respeito ao
cristianismo e não ao islamismo (Gl 3.7-9). Deus deu a
Ismael o petróleo e uma posição de destaque no mundo;
cumprindo a promessa a Abraão, pois os filhos de Ismael se
multiplicaram e formaram “uma grande nação” (Gn
17.20). Portanto, Ismael representa para os árabes o que
Isaque representa para os judeus.
2.
O deus dos mulçulmanos
O
conceito islâmico de monoteísmo foi tirado do judaísmo.
É
legalista e exige de seus adoradores, como virtudes necessárias
à salvação, diversas práticas rituais. Os mulçumanos também
seguem as leis dietéticas, semelhantes as do judaísmo.
a)
O monoteísmo mulçumano.
Eles adoram apenas a Allah, em árabe, ou Alá, na
forma aportuguesada. A história registra na Antigüidade
muitas religiões monoteístas, que eram pagãs, mesmo
adorando a um único ídolo. É um monoteísmo falso. O
monoteísmo foi ensinado no Egito, implantado pelo Faraó
Amenotepe IV, também chamado Akenaton, que estabeleceu o
culto ao deus Aton, representado pelo disco solar.
b)
Sentido de monoteísmo.
Ser monoteísta não significa necessariamente adorar o
mesmo Deus de Israel. Embora o judaísmo defenda também um
monoteísmo absoluto, o Antigo Testamento, porém, propicia
um clima e um ambiente em que permite a doutrina da
Trindade, que está implícita na literatura veterotestamentária
(Gn 1.26, 3.22 e 11.7). Por isso não contradiz a Trindade
em o Novo Testamento. Deus é um, mas essa unidade é
composta. A confissão de fé dos judeus diz: “Ouve
Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor”. A
palavra hebraica para “único” é echad, que
significa também “um”; é unidade composta, a mesma
usada em Gênesis 2.24: “uma só carne”. O próprio nome
de Deus, Elohim, é uma forma plural, que nas
entrelinhas do texto pressupõe a Trindade.
c)
Sentido de Trindade para os mulçumanos.
O Novo Testamento tornou explícito o que dantes estava implícito
no Antigo Testamento. Jesus disse que o Deus do cristianismo
é o mesmo Deus Jeová, de Israel, quando citou a confissão
de fé dos judeus em Marcos 12.29-32. O Deus da Bíblia é
Trino e o do Alcorão não. O islamismo considera a crença
na Trindade um pecado que não tem perdão, é o que diz o
Alcorão: “Deus jamais perdoará a quem lhe atribuir
parceiros”.[2]
Para eles, a
Trindade são três Deuses que seriam Alá, Jesus e Maria.
Diz o Alcorão: “São blasfemos aqueles que dizem: Deus é
o Messias (...) A quem atribuir parceiros a Deus, ser-lhe-á
vedada à entrada no Paraíso e sua morada será o fogo
infernal (...) São blasfemos aqueles que dizem: Deus é um
em Trindade!, porquanto, não existe divindade alguma além
do Deus Único”.[3]
Mais adiante
declara: “Ó Jesus, filho de Maria! Foste tu quem disseste
aos homens: Tomai a mim e minha mãe por duas divindades, em
vez de Deus?” [4]
No entanto, o
Deus revelado na Bíblia subsiste eternamente em três
Pessoas distintas: o Pai, o Filho e o Espírito –
uma Trindade (Mt 28.19). Portanto, Alá e o Deus
cristão não são nomes diferentes de um mesmo Deus.
d)
A
divindade Alá.
O nome árabe Allah, usado no Alcorão para
referir-se à divindade islâmica, não é bíblico. Alá
era uma das divindades da Arábia pré-islâmica, adorada
pela tribo dos coraixitas, de onde veio Maomé. A Encyclopedia
of Islam afirma que “os árabes, antes da época de
Maomé, aceitavam e adoravam, de certa forma, a um deus
supremo chamado Alá”. [5]
Na
edição Gibb diz: “Alá era conhecido pelos árabes
pré-islâmicos; era uma das deidades de Meca”. [6]
Há inúmeras
evidências irrefutáveis na história e na arqueologia de
que Alá não veio nem dos judeus e nem dos cristãos. É
verdade que o nome “Alá” aparece na Bíblia árabe, e
isso, leva os muçulmanos e muitos cristãos a acreditarem
que Alá é a forma árabe do Deus Jeová de Israel,
revelado na Bíblia. Mas isso é um equívoco.
e)
Sentido
do termo Alá.
A primeira tradução da Bíblia para o árabe aconteceu por
volta do ano 900 d.C., época em que o nome “Alá” já
era empregado para Deus em todas as terras árabes. Seus
tradutores temeram represálias por parte dos muçulmanos
radicais num mundo em que a força política dominante era
muçulmana. [7]
A Bíblia
foi escrita em hebraico, aramaico e grego, e, seus autores
humanos, jamais citaram esse nome. O nome “Alá”,
portanto, vem de al, artigo “o”, em árabe; e Ilah,
que significa “Deus”, também usado antes de Maomé.
A Enciclopédia citada acima, edição Lewis, afirma:
“Pela freqüência do uso, al-ilah se contraiu em Allah,
freqüentemente usado na poesia pré-islâmica”. [8]
A idéia,
portanto, de que Alá e Jeová sejam apenas nomes diferentes
de um mesmo Deus não é bíblica. O relacionamento de Jeová
com o homem bem como seus atributos são diferentes daquilo
que o Alcorão diz de Alá. [9]
Os muçulmanos
querem que Alá seja o mesmo Deus Jeová da Bíblia. O Alcorão
insiste nessa doutrina em muitas passagens.[10]
Além de Alá
não ser trino, também ordenou que Satanás adorasse a Adão,
mas Satanás recusou-se, vindo então, a rebelar-se contra
Deus. [11] Os
cristãos também são colocados no mesmo bojo dos idólatras
porque reconhecemos que Jesus é o Filho de Deus. [12]
3.
O Jesus do Alcorão
Jesus
é mencionado no Alcorão como um mero mensageiro. Para os muçulmanos,
Jesus não é Deus ou o Filho de Deus, muito menos o Salvador
que morreu pelos nossos pecados e ressuscitou. De onde,
portanto, Maomé tirou essas idéias? Há muitas controvérsias.
a)
Uns
eruditos islâmicos da Antigüidade
afirmaram que Maomé ouviu de certos cristãos a existência
de três deuses: Deus, Jesus e Maria.[13]
O Jesus
deles veio dos evangelhos espúrios e apócrifos como o de
Tomé e o de Barnabé. O nascimento e a infância de Jesus
conforme a Sura 19 são relatos provenientes do evangelho de
Tomé.
b)
A
teoria do evangelho de Barnabé,
difundida e popularizada no mundo islâmico, de que Jesus não
teria sido crucificado, realça a mensagem
do Alcorão, que nega a morte de Jesus: “E por
dizerem: Matamos isso lhes foi simulado. (...) o fato é que
não o mataram”. [14]
Mas, o
Barnabé, citado em o Novo Testamento, não tem nada com
esse suposto evangelho. Essa obra apareceu em 1709 e peritos
investigaram o material de escrita, papel e tinta, e ficou
constado que não passa do século 16. [15]
Além disso,
há anacronismo e muitos erros que provam que seu autor
jamais conheceu a Terra de Israel e
nem viveu na época do Banarbé do Novo Testamento.
Trata-se de uma obra espúria. Silas
Tostes, em sua obra, O Islamismo e a Cruz de Cristo,
aponta algumas evidências que desfazem em cinzas os
argumentos islâmicos sobre o suposto Evangelho de Barnabé.
O pretenso Evangelho menciona “barris de vinho” (152), e
barril é invenção da Idade Média, na época de Barnabé
usava-se odres. Adão e Eva foram ordenados a fazerem penitência
(41), isso é prática da Idade Média. Pilatos já era
governador da Judéia quando Jesus nasceu (3), Pilatos só
tornou-se governador em 26 d.C. Jesus nasceu quando Herodes,
o Grande, governava a Judéia (Mt 2.1). O suposto evangelho
de Barnabé menciona 17 mil fariseus nos dias do profeta
Elias (145), visto que a figura do fariseu só passou a
existir a partir da segunda metade do século II a.C. Afirma
ainda, que “Jesus sobe para Cafarnaum” (21), visto que
Cafarnaum fica na baixa Galiléia, no vale do Jordão, na
margem do Mar da Galiléia (Mt 4.12-15). Completa afirmando
que Jesus andou de barco para Nazaré (20), visto que
Nazaré se localiza na Alta Galiléia, a uma altitude
de 700 metros.
Essa
é a obra que afirma que Jesus não morreu e que Judas
Iscariotes foi substituído por Jesus (215-217). A cruz de
Jesus sempre foi um escândalo, uma ofensa: “mas nós
pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os
judeus e loucura para os gregos” (1Co 1.23). Em Gálatas
5.11, lemos acerca do “escândalo da cruz”. O que é tão
ofensivo quanto à cruz? O sacrifício de Jesus Cristo na
cruz mostra que o homem é completamente incapaz de ir ao céu,
à presença de Deus, pela sua própria bondade e força.
Jesus deixou isso claro, quando disse: “(...) sem mim,
nada podeis fazer” (Jo 15.5). O homem precisa de Jesus,
que se tornou o nosso sacrifício, que morreu em nosso lugar
para abrir o caminho ao céu. O orgulho do homem faz que ele
se rebele contra Deus. O pecador se ofende porque Deus não
aceita seus esforços pessoais!
Em
Hebreus 9.22, lemos: “sem derramamento de sangue, não há
remissão”. Isto, naturalmente, refere-se ao sangue dos
sacrifícios. O Antigo Testamento ensina que
“é o sangue que fará expiação” (Lv 17.11).
“Expiação” significa reconciliação; é a restauração
de uma relação quebrada. Negar o sacrifício de Jesus na
cruz, ou fazê-lo parecer desnecessário, é uma forma de
invalidar a única maneira de o homem ser salvo, segundo a Bíblia.
Isto é exatamente o que o Alcorão faz ao negar a crucificação
e o sacrifício cruento de Jesus.
Quase
um terço dos Evangelhos trata da última semana da vida de
Jesus e da sua morte! O sacrifício de Jesus é a conclusão
lógica dos ensinamentos do Antigo Testamento. Este,
profetizou a morte de Cristo na cruz com detalhes
reveladores. Além disso, temos a narrativa de testemunhas
oculares. Que sentido faria para eles inventar tal história?
Cristo predisse a sua morte várias vezes. Existe evidência
histórica aceitável da crucificação e da morte de
Jesus.
c)
Os
ensinos gerais de Maomé vieram de suas próprias mulheres.
Depois que Maomé ficou viúvo, em 619, ele se casou várias
vezes e teve harém. Isso muita gente esconde, tanto muçulmanos
como os que são pagos para fazerem propagandas positivas do
Islã. Jostein
Gaarder, escritor norueguês, de origem luterana e autor do best
seller, O Mundo de Sofia, diz: “Maomé nunca
teve outra esposa”. [16]
Paulo
Eduardo Oliveira, que adotou o nome Mustafa Ibn Khaleb ao se
converter ao islamismo, diz que Maomé “não possuiu outra
esposa enquanto sua primeira mulher viveu. Depois se casou
duas vezes”. [17]
Ambas
declarações são tendenciosas e não dizem a verdade sobre
os fatos. Se na cultura em que viveu Maomé, a poligamia era
algo natural, isso não diminui em nada a
posição de Maomé como profeta deles e para eles,
por que, então, apresentam os fatos com sutilezas
escondendo a verdade? A Bíblia diz que Davi e Salomão
tiveram várias mulheres e haréns. Ela registra os fatos
como eles aconteceram, até mesmo as fraquezas de seus
principais heróis, pois a Bíblia é a verdade (Jo 17.17).
Somente Jesus foi perfeito e nunca cometeu pecado (Jo 8.46 e
1 Pe 2.22), o verdadeiro Deus e verdadeiro homem (Jo 5.18;
Cl 2.9 e 1Tm 2.5).
O
cristianismo não tem nada para esconder da humanidade.
Jesus disse que aquele que pratica o mal, procura as trevas
para esconder as suas obras (Jo 3.20-21). Os marqueteiros do
islamismo usam o mesmo modus operandi das seitas para
atrair adeptos. Com isso, os líderes muçulmanos admitem
que há algo errado na religião deles, que o povo ocidental
não deve saber. Depois que essas pessoas forem fisgadas, não
há mais saída honrosa para essas vítimas.
Ali
Dashti, erudito muçulmano, que foi ministro das Relações
Exteriores do Irã, apresentou uma lista contendo os nomes
das 22 mulheres de Maomé. Sendo 16 delas esposas, 2
escravas e “quatro não eram nem esposas e nem concubinas,
mas mulheres muçulmanas devotas que se entregaram para os
prazeres sexuais de Maomé”. [18]
O Alcorão
permite o muçulmano desposar até 4 mulheres, [19]
nesse caso
teria ele descumprido o Alcorão? Fernando Saravi afirma
que, depois da morte de Khadidja: “Maomé desposou outra
viúva, Sanda. Seu terceiro casamento, já em Medina,
favoreceu a bela e possessiva Aixa, na época com dez anos
de idade e filha de seu grande amigo Abu Bakr. Seguiram
Hafza, filha de Omar, Seneib, mulher divorciada por seu
filho adotivo Zeid; Juaryia, prisioneira de guerra; as viúvas
Um Selma e Um Habiba; as judias Rihana e Zafiya; a jovem
escrava cristã etíope Maryam; e sua sobrinha Maimuna,
filha de Abbas. Algumas dessas mulheres influenciaram com
toda a probabilidade os ensinos do
profeta, e outras tiveram um papel importante na história
do Islam”. [20]
4.
As três religiões monoteístas
É
verdade que o judaísmo, o cristianismo e o islamismo nasceram
no Oriente Médio. O judaísmo não é proselitista e o
cristianismo é supracultural. O cristianismo não judaizou o
mundo, como o islamismo arabizou as terras que conquistou pela
força da espada.
O
islamismo deixou por onde passou a forte marca da cultura árabe,
como parte obrigatória da religião para santificação de
seus fiéis diante de Alá.
As
três religiões monoteístas do mundo procederam de Abraão e
nasceram no Oriente Médio. Judeus, cristãos e muçulmanos são
filhos de Abraão. Mas, o caminho correto para ser legítimo
filho de Abraão é Jesus: “Mas nós, irmãos, somos filhos
da promessa, como Isaque” (Gl 4.28). Os muçulmanos são os
filhos espirituais de Ismael e os cristãos de Isaque.
O
islamismo é a mais anticristã de todas as religiões do
planeta. É anticristã em tudo e em todos os aspectos. Mas não
devemos odiá-los, mas amá-los como recomendam as Escrituras.
Os muçulmanos precisam conhecer o verdadeiro Jesus; é de
Jesus que devemos falar e não de Maomé: “mas nós pregamos
a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus e
loucura para os gregos” (1Co 1.23).
(Artigo
extraído da revista RESPOSTA FIEL, Ano 1 – nº 2, pg.
17-23.)
Para
saber mais:
GEISLER,
Norman L.: RHODES, Ron. Respostas às Seitas. RJ, CPAD, 2000
Revista
Resposta Fiel. RJ: CPAD.
BICKEL,
B.; JANTZ, Stan. Guia
de seitas e religiões; uma visão panorâmica.
Rio de Janeiro: CPAD, 2005.
IRWIN,
David K. O que os cristãos precisam saber sobre os mulçumanos.
RJ:CPAD, 2004.
SPROUL,
R.C.; SALEEB, Abdul. O
outro lado do Islã.
RJ: CPAD, 2004.
Notas:
As notas não foram traduzidas. Algumas das obras citadas
podem ser encontradas em língua portuguesa.
1
The International Standard Bible Encyclopaedia,
Hendricson Publishers, Michigan, USA, 1996, p. 218.
2
Sura 4.48, 116.
3
Sura 5.72,73.
4
Sura 5.116.
5
HOUSTMA, Arnold; BASSET, Hartman. Encyclopedia of Islam (Leiden:
E. J. Brill, 1913), I: 643.
6
Encyclopedia of Islam. (Ed.. Gibb), I: 406.
7
MOREY, Robert A. La Invasión Islámica, Editorial
Portavoz, Michigan, USA, 1995, pp. 57-59.
8
LEWIS, Menage; PELLAT, Schacht Encyclopedia of Islam. Leiden:
E. J. Brill, 1971), III: 1093.
9
MOREY, Robert A. Op. cit., pp. 53-57.
10 Suras 2.138-40; 4.150-152;
29.46.
11Suras 2.34; 18.50.
12 Sura 10.66, 68.
13 TOSTES, Silas. O
Islamismo e a Trindade, Ágape Editora, São Paulo, 2001,
p. 62.
14 Sura 4.157.
15 TOSTES, Silas. O
Islamismo e a Cruz de Cristo, ICP, São. Paulo, 2001, p.
63.
16
HELLERN, Victor; NOTAKER, Henry; GAARDER, Jostein. O
Livro das Religiões, Cia. Das Letras, S. Paulo, 2000, p.
119.
17 OLIVEIRA, Paulo Eduardo. Para
Compreender o Islã e os Muçulmanos, Heresis, Niterói,
RJ, 2001, p. 10.
18
MOREY, Robert A. Op. cit., p. 76.
19 Sura 4.3.
20 SARAVÍ, Fernando. Jesucristo
o Mahoma - Un Análisis Cristiano del Islam, Editorial
Clie, Barcelona, Espanha, 1992, pp. 17, 18.
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