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A
| Abissal |
Relativo
ao abismo; distância entre uma coisa e outra. |
| Animismo |
Filosofia
religiosa segundo a qual um só e mesma alma é o princípio
da vida e do pensamento. Considera todos os seres da
natureza dotados de vida e capazes de agir conforme uma
finalidade.
O animismo confunde o Criador com os seres
criados. |
| Apologia |
Defesa
de um ponto de vista, doutrina, tese ou crença. |
| Apologizar |
Fazer
apologia; defender tenazmente uma idéia. |
| Areópago |
Também
chamado “A Colina de Marte”. Estava situado em um
alto rochoso de Atenas, em frente da Acrópole. Neste
lugar, Paulo fez o seu notável discurso em Atenas. |
| Arqueologia |
Ciência
que estuda as velhas civilizações ou coisas antigas. |
C
| Capcioso |
Ardiloso;
capaz de enganar ou iludir. |
| Colocíntida |
coloquíntida,
isto é, uma espécie de trepadeira ornamental, da família
das cucurbitáceas (Cucurbita pepo), de flores com
corola amarela e monopétala, e frutos com manchas
amarelas e verde-escuras, de várias formas |
| Concílio |
Assembléia
de prelados católicos em que se tratam assuntos dogmáticos,
doutrinários ou disciplinares. |
| Controvérsias cristológicas |
Embate doutrinário a respeito da natureza, obra e
ofícios de Cristo |
| Confissão Positiva |
O
Movimento da Fé ou Movimento da Confissão Positiva,
como atualmente conhecemos, surgiu na década de 40 nos
Estados Unidos. A origem moderna do movimento remonta a
Essek William Kenyon (1867-1948). Kenyon foi pastor de
diversas igrejas na Nova Inglaterra e fundador do Instituto
Bíblico de Dudley, Massachusetts. Em 1923, fundou a
Figueroa Independent Baptist
Church (Igreja Batista Independente de Figueroa) em Los Angeles.
Além de escritor, Kenyon atuou como evangelista, sendo
um dos pioneiros do evangelismo radiofônico. A teologia
de Kenyon tem sua origem nas seitas metafísicas do Novo
Pensamento (New Thought) e da Ciência Cristã. Os
adeptos do Novo Pensamento, crêem que o pensamento cria
e modifica a nossa experiência no mundo – razão pela
qual enfatizam o pensamento positivo, a auto-afirmação,
a oração e a meditação.
O principal divulgador da
teologia e pensamento de Kenyon é o pastor Kenneth
Hagin, fundador do centro Rhema de Adestramento Bíblico,
em Oklahoma. |
| Credo |
Profissão
de fé; declaração das crenças fundamentais ou
principais de uma religião, escola ou partido. |
| Crasso |
Grosseiro;
estúpido; erro crasso. |
| Cristalomancia |
Adivinhação
mediante o uso de cristais, espelhos, cubos de gelo ou
qualquer objeto capaz de reflexão. Segundo a crença,
nesses objetos formam-se imagens capazes de predizerem o
futuro ou fornecer informações desconhecidas pelo
consulente, mas solicitada por ele. |
D
| Deificação |
Ato
ou efeito de divinizar uma pessoa ou objeto. |
| Demiurgo |
Segundo os gnósticos
em Colossos, era uma criatura intermediária entre Deus
e os homens. |
| Desencarnar |
Deixar a carne;
passar para o mundo espiritual; morrer. |
| Dietético |
Concernente a dieta.
Diz respeito às regras nutricionais consideradas puras e
saudáveis. |
| Distorcer |
Mudar
o sentido, a intenção, a substância de; desvirtuar;
torcer. |
E
| Eisegese |
Método
que consiste em injetar no texto um significado estranho
ao sentido do autor. |
| Exegese |
Comentário
ou dissertação técnica do texto. |
| Equívoco |
Engano;
erro. |
F
| Fábulas |
História artificiosa que contém um ensino moral. |
| Fidedigno |
Que
é digno de fé; que merece crédito. |
| Falácia |
Engano;
discurso ardiloso ou fraudulento. |
G
| G-12 |
O
movimento G-12 ou gedozista, foi fundado pelo pastor César
Castellanos Dominguez, na Colômbia, em 1991.
Pr. Castellanos, após trabalhar com o modelo de igrejas
em células difundidas pelo pastor Paul Young Choo, diz
ter recebido da parte de Deus uma nova revelação
concernente o método de crescimento da igreja – o
G-12 ou Igreja em Células no Modelo dos Doze.
O modelo resume-se em o líder de uma célula produzir
outros doze líderes dentro da mesma e, estes novos,
abrem novas células e fazem o mesmo e assim
ininterruptamente. O propósito fundamental é que uma célula
se multiplique em outras doze, cujos líderes são os
que foram gerados dentro da própria célula mãe. Assim
sendo, cada discípulo torna-se um obreiro e, cada célula,
uma parte do corpo de Cristo. Os quatros pilares do
movimento são: Evangelização; Consolidação;
Treinamento e Envio. A evangelização ocorre mediante
as células, enquanto a consolidação, realiza-se através
dos encontros. |
| Gedozista |
Integrante
ou membro do G-12. |
| Gnóstico |
Adepto do gnosticismo – doutrina eclética que procurava
explicar o sentido da religião e da vida por meio do
conhecimento. |
H
| Hermenêutica |
Ciência
da Teologia Exegética que ensina os métodos de
interpretação da Bíblia. |
| Híbrido |
Formado por diversos elementos. |
| Hipnose |
Estado
mental semelhante ao sono, provocado artificialmente, e
no qual o indivíduo continua capaz de obedecer às
sugestões feitas pelo hipnotizador. |
I
| Idoneidade |
Qualidade
de idôneo; isto é, aptidão, capacidade, competência. |
| Incauto |
Não acautelado; imprudente; crédulo;
ingênuo. |
| Ierrochua [sic], as Testemunhas de |
Organização fundada em Curitiba, pelo sr. Ivo Santos de
Camargo. A seita nega a doutrina da Trindade, a inspiração
do evangelho de Mateus, defende a guarda do sábado e
afirma que o nome verdadeiro de Jesus é Yehoshua
e que não há salvação para aqueles que invocam o
nome de Jesus, que segundo eles é um deus celta, mas
somente para quem invoca Yehoshua. |
| Imagens (religiosas) |
As primeiras ornamentações e pinturas nos templos cristãos surgiram
a partir do século III, a fim de representar o cenário
e os fatos do texto bíblico. Já no século V, as
imagens foram inseridas no contexto das gravuras
existentes e começaram a ser usadas como meio de instrução
aos analfabetos, uma vez que muitos freqüentadores dos
cultos não tinham acesso a educação formal.
Entretanto, no Concílio de Nicéia, (787 d.C.), foi
oficializado a veneração às imagens e relíquias
sagradas. Quase cem anos depois, em 880, a igreja
estabeleceu a canonização dos santos. Desde então, a
Igreja Católica Romana ensina que para cada ocasião e
dia da semana há um “santo protetor”.
Em 1125,
surgiram os primeiros ventos doutrinários concernentes
a imaculada conceição de Maria – dogma definido em
1854. Em 1311, estabeleceu-se a oração da Ave-Maria e,
somente em 1950, a assunção de Maria é transformada
em artigo de fé. |
| Integral |
Inteiro
ou total. |
| Irrefutável |
Que
não se pode contestar; verdadeiro; evidente; incontestável. |
K
| Kardecista |
Relativo a Allan Kardec, ou ao kardecismo; Que é adepto
do kardecismo; doutrina de Allan Kardec (ver Reencarnação). |
L
| Lenda |
Verbete: Narração escrita ou oral, de caráter
maravilhoso, na qual os fatos históricos são
deformados pela imaginação popular ou pela imaginação
poética.
|
M
| Maiêutica |
Processo pedagógico indutivo em que se multiplicavam as
perguntas a fim de se obter um conceito geral do caso em
discussão.
|
| Mantra |
Segundo
as filosofias da Índia, trata-se da repetição de palavras
ou expressões a fim de se chegar ao êxtase espiritual. |
| Marketing |
Conjunto de estudos e medidas estratégicas a fim de lançar e
sustentar um produto ou serviço no mercado consumidor. |
| Máxima |
Sentença ou doutrina moral.
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| Mero |
Comum; simples; vulgar; sem mistura.
|
| Monoteísmo |
Crença judaica, cristã e islâmica na existência de apenas
um Deus.
|
| Muxoxo |
Estalo
com a língua e o céu da boca, por vezes acompanhado da
interjeição ah, para indicar desprezo ou desdém.
|
O
| Onisciência |
Que
tem todo conhecimento; sabe todas as coisas: passado,
presente ou futuro. |
| Onipotência |
Que
tem todo o poder. |
P
| Parapsicologia |
Ciência
que estuda experimentalmente os fenômenos ditos ocultos. |
| Placas
de Ouro (Mórmon) |
Era
constituída de quatro placas: de Néfi; de Mórmon; de
Éter e Latão
de Labão. |
| Premissa |
Fato
ou princípio que serve de base para um raciocínio. |
| Pseudo |
Falso;
errôneo. |
| Psicanálise |
Método
de tratamento, criado por Sigmund Freud, das desordens
mentais e emocionais que constituem a estrutura das
neuroses e psicoses, por meio de uma investigação
psicológica profunda dos processos mentais. |
| Psique |
A
alma; a mente; o ser interior de uma pessoa. |
R
| Retórico |
Eloqüente;
aquele que fala muito, mas artificialmente. |
| Reencarnar |
Literalmente,
reassumir a forma material. Crença de diversas religiões
na capacidade de o espírito humano retornar vezes após
vezes para um novo corpo a fim de atingir a maturação
ou aperfeiçoamento. |
| Reencarnação,
doutrina da |
A
difusão moderna da reencarnação no Brasil, deve-se,
principalmente, a propagação das obras de Hippolyte
Leon Denizard Rivail, conhecido por Allan Kardec, pseudônimo
adotado em 18 de abril de 1857. Kardec nasceu em Lyon,
na França, em 3 de outubro de 1804 e faleceu com a
idade de 65 anos. Na lápide tumular consta a síntese
de sua crença reencarnasionista: “Nascer, morrer,
renascer é progredir sempre, esta é a lei”.
H. L.
Denizard Rivail era um homem erudito, mas que se deixou
fisgar em 1855 por fenômenos sobrenaturais. Desde então,
passou a ser guiado por um “espírito” que lhe
informou ter sido seu amigo em uma reencarnação
anterior e seu nome era Allan Kardec, razão pela qual
adotou o novo nome. Desde então, dedicou-se
exclusivamente a doutrina espírita.
Escreveu várias
obras que codificam o espiritismo e a doutrina
reencarnacionista. Entre elas destacam-se: O Livro dos
Espíritos (1857) e O Evangelho Segundo o Espiritismo
(1864). Literatura: O Livro dos Espíritos
(1857); O Que é Espiritismo (1859); O Livro dos Médiuns
(1861); O Evangelho Segundo o Espiritismo (1864). Fundamentos:
Reencarnação; Mediunidade. |
S
| Sectário |
Membro
ou partidário de uma seita. |
| Septuaginta |
Versão
grega do Antigo Testamento hebraico preparado por um
grupo de setenta e dois eruditos, em Alexandria, no
terceiro século antes de Cristo. Também conhecida pela
abreviação LXX. Foi a Bíblia conhecida no tempo dos
apóstolos. |
| Sincretismo |
Reunião
de diversas crenças opostas. |
| Sutilezas |
Qualidade
de sutil; engenhoso; perspicaz. |
| Sui
generis |
Inigualável;
que não apresenta comparação; inimitável. |
T
| Talmud |
No
hebraico “erudição”. Uma compilação das tradições
dos judeus. A primeira apareceu em 450 A.D., a segunda,
em 500 A.D. |
| Transcendental |
Transcendente;
muito elevado; superior; excelso; que transcende do
sujeito para algo fora dele. |
| Triteísmo |
Conceito
que afirma haver em Deus não só três pessoas, mas
também três essências, três substâncias ou três
deuses. |
| Trimúrti |
Refere-se
aos três principais deuses hindus: Brahma, Vishnu,
Shiva. |
| Triunfalismo |
O
Triunfalismo é um dos principais ramos dos ensinos da
Teologia da Prosperidade. O fundamento teológico de tal
ensino, portanto, encontra-se nas mesmas fontes do
Movimento da Fé. Há duas realidades concernentes o
triunfalismo que precisam ser destacadas. A primeira, de
caráter sociológico, diz respeito ao atual contexto sócio-financeiro
do povo brasileiro e ao espírito consumista alimentado
pela mídia. Os líderes triunfalistas abusam dessa
realidade social a ponto de não prometerem apenas o
necessário, mais o luxo, o sobressalente, o
espetacular.
A segunda, está relacionada à teologia e
a falsa concepção de espiritualidade. Ensinam os
homens a se aproximarem de Deus pelo que Ele concede e não
pelo que Ele é. A bênção, para eles, é muito mais
importante do que o Abençoador. Acrescente o fato de
que é enfatizado ao crente o seu direito como filho de
Deus, enquanto as suas obrigações morais, exigidos
pela nova filiação divina, são omitidas. |
U
| Unicismo |
Conceito
que afirma ser o Pai, o Filho e o Espírito Santo a
mesma pessoa.Comum
a todos os homens, ou que é aplicável a todos. |
| Urinaterapia |
Técnica
ensina pela religião hindu. No Damar Tantra, constituído
de 107 versos, é dito que, à medida que se bebe a própria
urina – um rigor denominado shivambukalpa –
vai-se adquirindo qualidades ‘místicas, tais como força
física e espiritual’.
Os urinaterapistas ensinam que a urina é um produto
puro do sangue, um maravilhoso medicamento natural
produzido gratuitamente pelo nosso organismo. Segundo
seus seguidores, a composição urinária seria o melhor
remédio contra alergias, micoses e distúrbios renais e
gastrointestinais. A ciência, obviamente, rebate todas
essas afirmações. |
V
| Vulgata
Latina |
Versão
escrita em latim dos originais gregos e hebraicos
preparada por Jerônimo em 400 A.D., revisada
posteriormente por Clemente VIII, em 1592. |
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