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Leitura
Bíblica em Classe
Romanos 1.1-7
Introdução
I. A Natureza Humana de Jesus
II. A Natureza Divina de Jesus
III. Principais Heresias sobre as Naturezas de Jesus
IV. A União das Duas Naturezas de Jesus
Conclusão
Tema
deste Subsídio
As Duas Naturezas de Cristo
Introdução
A
data do nascimento de Jesus é desconhecida, e nada tem a ver
com o início de sua existência como Verbo de Deus, e, sim,
com a sua encarnação, a fim de cumprir a obra redentora da
humanidade.
I. A Preexistência
de Cristo
São inúmeros os textos bíblicos
que falam da existência de Cristo, desde a eternidade, antes
do seu nascimento em Belém de Judá.
1. Existia com o Pai, na Criação
(Jo 1.1-3)
2. Existia na glória, antes que
houvesse mundo (Jo17.5)
3. Designado Salvador, desde os
tempos eternos (2 Tm 1.9)
4. Cristo existia antes de Abraão (Gn 22.10-13) e antes da fundação do mundo (Jo
1.1).
5. Cristo, o Cordeiro Pascoal (2
Co 5.7).
6. Cristo no Êxodo
(Êx 7.6).
7. Cristo, revelado no Antigo
Testamento
Além dos numerosos tipos de
relacionamento a sua pessoa, existe claras revelações
atinentes a sua vinda: a concepção (Is 7.14); o lugar onde
nasceria (Mq 5.2); o seu ministério (Dt 18.15); o seu sacerdócio
(1 Sm 2.35,36); a sua morte (Sl 22; Is 53); a sua ressurreição
(Sl 16.10); e seu reinado (Jr 23.5,6).
II. Cristo, Divino
e Humano
Só mediante o nascimento
virginal, Ele seria, ao mesmo tempo, divino e humano.
1. A virgem dará à luz um filho
Tanto Mateus como Lucas concordam
que Jesus foi concebido pelo Espírito Santo (Mt 1.18; Lc
1.34).
2. A importância da encarnação
de Cristo
Para ser qualificado como
Redentor que pagaria o preço dos nossos pecados e
trazer-nos-ia à salvação, era necessário que Jesus fosse
totalmente humano, mas, sem pecado, e plenamente divino (Hb
7.25,26).
a)
Nasceu de uma mulher (Lc 2.6,7);
b)
Concebido
pelo Espírito Santo (Mt 1.20)
c)
Filho
de Deus (Jo 3.16)
3. Cristo, divino e humano
Jesus viveu e sofreu como pessoa
humana, e compadeceu-se dos fracos (Hb 4.15). Divino e humano,
foi qualificado para servir de sacrifício pelos pecados de
todos os homens, e, como sumo sacerdote, para interceder pelos
que se aproximam de Deus (Hb 7.24-28; 10.9-12).
III. A Divindade de Cristo
Cristo tornou-se humano, mas não
deixou de ser divino. A sua deidade é claramente revelada no
Novo Testamento (Cl 1.19; 2.9).
1. Nomes divinos de
Cristo:
a)
Deus (Hb 1.8,9; Jo 20.28);
b)
Senhor (At 19.17);
c)
Filho de Deus (Lc 3.22; Mt 16.16).
2. Atributos divinos conferidos a
Cristo
a)
Eternidade (Hb 1.12; 7.3)
b)
Onipotência (Mt 28.18; Ap 1.5; 19.16)
c)
Onisciência (Jo 21.17)
d)
Onipresença
(Mt 28.20b)
IV. Obras
divinas atribuídas a Cristo
1. Criador
(Cl 1.17);
2. Sustentador de todas as coisas (Hb 1.3)
3. Cristo perdoa pecados (Mc
2.5-7)
4. Cristo ressuscitou dos mortos
(Jo 5.21)
5. Cristo proclama a sua
divindade (Mc 14.61,62)
Conclução:
A natureza divina de Jesus é
comprovada pelo seu extraordinário ministério terreno, seus
nomes e títulos, e por suas incontestáveis declarações
explícitas.
Extraído de:
Lições Bíblicas, CPAD, 2º trimestre de 1994.
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