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Esboço
da Lição
Introdução
I. A
Razão da Carta
II.
O
Início da Igreja em Roma
III. A
Igreja em Roma na Época da Carta de Paulo
Conclusão
Palavras-chaves
Roma; Crentes judaicos; Crentes gentios; Justiça;
Justificação.
Introdução
A
Carta de Paulo aos Romanos, segundo M. Lutero, é a principal
composição literária do Novo Testamento e a mais pura descrição
dos ensinos dos Evangelhos. O impacto que as magistrais palavras
desta carta causaram no “Cisne de Eisleben” fê-lo afixar, na
capela de Wittemberg, as “noventa e cinco teses”. Outros
estudiosos têm encontrado semelhante conforto e segurança salvífica
ao estudar os temas doutrinários em Romanos: A justiça divina; a
universalidade do pecado; a fé; a salvação; a justificação; a
santificação; Adão e Cristo; a salvação de Israel; e o ministério
cristão.
Segundo Lutero, a carta aos Romanos é “tão valiosa que um cristão
não só deveria saber de memória cada palavra, mas tê-la consigo
diariamente, como o pão cotidiano de sua alma”.
I. Autor: Paulo
1.1-
A Chamada de Paulo. “Cristianismo
não é religião; é relação”. Eis
a declaração favorita dos protestantes.Paulo não teria nenhuma
querela com esta caracterização da vida cristã, visto que, para
ele, o cristianismo era intensamente pessoal. O que mais esperaríamos,
considerando a natureza de sua “conversão”? Ele não foi ganho
em meio a debates ou por ouvir testemunhos de crentes. Nem ao ver
Estêvão ser apedrejado por sua fé a convicção de Paulo sobre o
cristianismo foi mudada (At 7.54—8.1). Ele foi surpreendido pelo
próprio Jesus, que o enfrentou na estrada de Damasco, e o chamou
(At 9.1-9). Por conseguinte, ele se caracteriza como “chamado
[...] apóstolo” e “servo de Jesus Cristo” (Rm 1.1).
A chamada de Paulo não foi só pessoal, mas também específica:
Ele tinha de ser apóstolo para os gentios (Rm 1.5; cf. Gl 1.15,16).
Embora Pedro, João e Tiago tivessem reconhecido que Paulo fora
chamado para este tipo de ministério (Gl 2.9), sua mensagem aos
gentios acerca da liberdade em Cristo, sem consideração das observâncias
judaicas, suscitou a crítica de judeus de dentro e de fora da
Igreja. Em com seqüência, no transcurso da redação de
Romanos, Paulo esmera-se em defender a natureza do seu
apostolado (e.g., veja Rm 1.1-6). O apóstolo afirma seu amor por
seu povo (Rm 9.1-3; 10.1), e também descobre que ele vê sua missão
gentia como meio de instigar o ciúme dos judeus para que eles se
cheguem a Cristo (Rm 11.13-15).

II.
Destinatários da Epístola
O
cristão é convocado a discernir a cultura de seu tempo, assim como
Daniel e seus companheiros tiveram que discernir a cultura da Babilônia
de Nabucodonosor. Os jovens hebreus comparavam a cultura de seu
tempo com as Escrituras, a fim de agradarem ao Senhor em tudo. Esses
jovens descendentes de Judá, preferiram a morte a compactuar com a
cultura pagã de seu tempo. No entanto, Deus mostrou-se fiel a eles
em suas mais terríveis provações: seja na fornalha, ou não cova
com os leões, Deus jamais abandona aqueles que vivem piedosamente.
2.1-
Característica dos Destinatários:
Roma,
o centro do Império Romano, atraia visitantes e colonos de todo o
império e além fronteiras. A composição do grupo de crentes que
se encontravam na grande cidade refletia seu status como cidade
imperial e cosmopolita. De fato, as várias distinções humanas que
Paulo declarava inválidas em Cristo — “não há judeu nem
grego; não há servo [escravo] nem livre; não há macho nem fêmea”
(Gl 3.28) — descrevem habilmente a audiência de Paulo. Por
exemplo, julgando pela alta porcentagem dos que em Roma tinham sido
escravos, ou ainda o eram, e pela quantidade de nomes de escravos
que aparece na lista de crentes romanos no capítulo 16, o
contingente cristão dos que tinham formação escrava era bastante
grande (veja os comentários sobre Rm 6.15-23).
a)
Crentes judaicos:
O
primeiro contingente de crentes romanos era predominantemente
judaico. Como era o padrão em outros lugares, o estabelecimento
de uma igreja cristã aconteceu dentro da comunidade judaica.
Sabemos por Atos que a missão cristã foi centrada inicialmente
na sinagoga sempre e onde quer que fosse possível (At 11.19-21;
13.5,14). Do estimado um milhão de pessoas que morava em Roma no
século I d.C., algo entre quarenta e cinqüenta mil eram judeus.
Das evidências das catacumbas judaicas em Roma, a população
judaica foi segregada em várias comunidades, cada qual se
centralizava numa sinagoga local e tinha seu próprio corpo
administrativo.
Este era o ambiente no qual o cristianismo floresceu em Roma. Os
cristãos-judeus primitivos teriam permanecido associados às suas
sinagogas locais, em decorrência das várias igrejas formadas nas
casas dos crentes, que teriam crescido em volta do bairro judaico.
Este legado ainda é evidente quando Paulo escreve aos Romanos. Na
saudação aos crentes em Roma ele identifica vários agrupamentos
de pessoas que presumivelmente representam igrejas que se reuniam
em casa (Rm 16.5,10,11,14,15). O fato de que não havia um corpo
de crentes em Roma pode explicar a razão de Paulo nunca se
referir aos crentes romanos como igreja.
b)
Pedro Não Estabeleceu a Igreja Romana:
A despeito da tradição da igreja primitiva, Pedro não
estabeleceu a igreja romana. Não há evidência bíblica que apóie
esta teoria. Atos nos leva a crer que o ministério de Pedro
permaneceu centrado em Jerusalém durante o tempo em que o
cristianismo começou a penetrar a cidade imperial no período
depois do Pentecostes. Além disso, se Pedro tivesse fundado a
igreja, então se esperaria alguma referência de Paulo a ele.
O aparecimento do cristianismo em Roma foi precedido por relatórios
de judeus que viajavam da Judéia a Roma sobre o que foi dito e
feito por Jesus de Nazaré. Outrossim, havia os judeus romanos em
Jerusalém, que celebraram o Pentecostes logo após a crucificação
de Jesus. Alguns deles testemunharam o resultado de o Espírito
Santo ter vindo sobre os cento e vinte crentes (At 1.15;
2.1-4,10,11), e eles com certeza teriam informado o que viram e
ouviram quando voltaram para casa. Realmente, pode ter havido
alguns judeus romanos entre os três mil que foram batizados em
resposta ao sermão de Pedro naquele dia (At 2.41). Em todo caso,
não demoraria a que outros judeus que creram em Cristo viajassem
a Roma. É quase certo que foi assim que a comunidade cristã foi
estabelecida na capital.
c)
As Igrejas Domésticas:
Nos dias em que Paulo escreveu Romanos, as igrejas que se reuniam
em casa estavam assumindo um caráter cada vez mais gentio. Se
estivermos corretos em colocar a data da escrita da carta em
meados dos anos cinqüenta, então este é o período no qual
muitos judeus, inclusive cristãos, estavam voltando a Roma e
tentando reintegrar-se na sociedade romana. Em 49 d.C., o
imperador Cláudio tinha decretado que os judeus fossem expulsos
de Roma por causa de distúrbios no bairro judaico. Como o
historiador romano Suetônio escreveu setenta anos depois do
evento, “porque os judeus de Roma estavam se entregando a
constantes revoltas sob a instigação de Cresto, ele os expulsou
da cidade” (Cláudio). Visto que é amplamente crido que
“Cresto” seja alusão a “Cristo”, a perturbação
provavelmente tinha algo a ver com a oposição entre certos
judeus à mensagem do evangelho. Atos 18.2 registra que dois dos
judeus expulsos foram Áqüila e Priscila. O decreto teria
caducado com a morte de Cláudio em 54 d.C., se não antes, e
assim os judeus predispostos a voltar teriam começado a fazê-lo.
Um dos desafios que Paulo enfrentou nesta carta era tratar do
problema que estes judeus cristãos teriam tido ao voltar a
igrejas que tinham se tornado menos judaicas com a ausência
deles.
III. Data e lugar
É
muito mais simples estabelecer o lugar da carta de Romanos dentro da
vida e obra de Paulo do que ser específico sobre a data em que a
carta foi escrita. Há um consenso geral de que a escrita de Romanos
ocorreu em algum tempo em meados a fins dos anos cinqüenta.
Há
um acordo muito difundido de que Paulo estava em Corinto quando ele
ditou Romanos a Tércio (Rm 16.22). Paulo estava na região da Macedônia
e Acaia na época da escrita, visto que ele tinha acabado de fazer a
coleta para os santos de Jerusalém das igrejas daquela região, mas
ainda não tinha começado a viagem a Jerusalém (Rm 15.25-28). Além
disso, algumas das pessoas que ele menciona na lista de saudações
sugerem que ele estava em Corinto quando escreveu.
| 1)
Febe,
a mensageira que levou a carta de Paulo para Roma, era
diaconisa em Cencréia — o porto oriental de Corinto, a uns
onze quilômetros de distância (Rm 16.1,2). |
| 2)
Gaio,
o anfitrião de Paulo na época da escrita (Rm 16.23), pode
ser o mesmo Gaio a quem Paulo batizou em Corinto (1 Co
1.14). |
| 3)
Erasto,
que enviou saudações junto com Gaio para a igreja romana (Rm
16.23), pode ser o indivíduo associado com Corinto em
Atos 19.22 e 2 Timóteo 4.20. |
3.1- Romanos
no Contexto Missionário de Paulo:
Para o intérprete de Romanos, um entendimento de onde esta carta se
encaixa no contexto da vida e ministério de Paulo é de muito maior
importância que uma solução para o problema de onde e quando
Romanos foi escrito. Antes de ele escrever esta carta, o apóstolo
já expressara aos coríntios seu desejo de pregar o Evangelho nas
terras além deles (2 Co 10.16) — presumivelmente, Paulo quis
dizer sobre as regiões mais a oeste da Acaia. Uma das razões de
Paulo escrever à igreja romana é para informá-la de que seu
antigo desejo está a ponto de se concretizar. Em Romanos 15.17-24,
Paulo explica que ele já teria ido viajar a oeste, para Roma, mas
foi atrasado por causa de sua meta em completar sua pregação à
leste deles, isto é, a região de Jerusalém ao Ilírico (parte da
região da ex-Iugoslávia). Quanto à possibilidade de Paulo ter
ministrado no Ilírico (não mencionado em Atos), ou até às suas
fronteiras, é ponto discutível.
Mas antes de o apóstolo ir a Roma, ele deve ter entregue aos santos
em Jerusalém a coleta que ele reuniu das igrejas predominantemente
gentias na Macedônia e Acaia (Rm 15.25,26). Sabemos pela
correspondência de Paulo com os coríntios que ele dava grande
importância a esta coleta (1 Co 16.1-4; 2 Co 8—9). Não é
surpresa que ele esteja um pouco ansioso acerca da viagem a
Jerusalém agora que está imediatamente diante dele. Ele pede as
orações dos crentes romanos para a viagem, porque ele tem inimigos
na Judéia e porque está apreensivo de que a coleta não seja
considerada aceitável pelos santos de lá.
Por trás de sua preocupação que a dádiva das igrejas gentias
seja considerada aceitável por seus destinatários está a
constante tensão entre Paulo, o apóstolo para os gentios, e outros
crentes judeus que discordavam das práticas missionárias de Paulo.
ele já tinha enfrentado oposição dos cristãos judeus que estavam
centrados em Jerusalém (At 15; Gl 2). De significância aqui é o
fato de que um dos resultados do Concílio de Jerusalém — uma
reunião convocada para debater a questão sobre o que os gentios
são obrigados a fazer depois da conversão — foi o requisito de
que eles se lembrassem dos pobres (Gl 2.10; i.e., os pobres de
Jerusalém). Antes de Paulo empreender nova fase ministerial, ele
está ansioso em cumprir essa exigência e levar a um encerramento
adequado de seu ministério no leste, oferecendo uma expressão
generosa da preocupação das igrejas gentias pelos irmãos judeus.
Isto, Paulo espera, fixará as relações entre as igrejas da
Diáspora e a Igreja em Jerusalém, num sólido fundamento antes que
ele deixe a região.
Quando
ele escreve aos Romanos, não pressente que um dia ele chegará a
Roma em cadeias. Mas seu receio sobre a viagem a Jerusalém são bem
fundadas. Certos judeus da Ásia incitaram tanta oposição a Paulo
em Jerusalém que ele foi preso e subseqüentemente enviado a
Cesaréia como prisioneiro para ser julgado por Félix, o procurador
da província romana da Judéia. Paulo permanece prisioneiro em
Cesaréia por pelo menos dois anos (At 24.27), em cujo tempo Félix
é substituído por Festo. Paulo apela a César quando comparece
perante Festo e, assim, o apóstolo finalmente chega a Roma como
prisioneiro à espera de julgamento (At 25.1—28.31).
IV.
Ocasião e Propósito
4.1-
Distinção entre Epístola e Carta:
Antes de
discutirmos por que Paulo escreveu Romanos, devemos enfatizar que
Romanos é uma carta. Desde a obra de A. Deissmann (1912), que
comparou os documentos do Novo Testamento com textos do mundo
greco-romano, é comum diferençar entre epístola e carta. Uma epístola
é uma composição escrita na forma de carta, mas diferentemente de
uma carta em si, não trata das particulares de uma situação
local. Ainda que Romanos tenha semelhança mais próxima de uma epístola
que quaisquer das outras cartas de Paulo, é uma carta. Foi
ocasionada pelas situações do apóstolo e da comunidade cristã em
Roma. De fato, como veremos, a razão por que Romanos se assemelha tão
de perto a uma epístola relaciona-se diretamente com as circunstâncias
do escritor e dos destinatários.
4.2
- Propósito de Romanos: Não
há consenso entre os estudiosos sobre o propósito de Romanos. A
confusão começa com Paulo: Ele cita diferentes razões para
escrever no começo da carta do que ele faz no fim. Os estudiosos
diferem freqüentemente sobre qual destas razões é o verdadeiro
propósito da carta. Mas se for retirada a presunção de que deve
haver um único propósito de Romanos, então a tarefa é
simplificada. Por que deveríamos presumir que Paulo só tem uma razão
em mente para compor esta carta? Afinal de contas, seus propósitos
derivam de sua situação e da dos crentes romanos.
-
Propósito
Missionário:
Paulo é um missionário com aspirações de futuro trabalho
evangelístico na Espanha. As congregações romanas que se
reuniam em casa são importantes para o apóstolo, porque ele quer
que Roma sirva de base de apoio para este novo projeto (Rm
15.23-29). Mas Paulo não tem autoridade apostólica sobre a
comunidade romana de crentes, visto que ele nunca ministrou lá.
Um dos propósitos desta carta é apresentar seu ministério e
mensagem. É por isso que, como observamos antes, grande parte de
Romanos é tão sistemática. Paulo está desenvolvendo uma
explicação longa e lógica de sua mensagem. Contudo, não é um
tratado sistemático porque ele nunca perde de vista sua audiência
romana. Sua consciência deles e suas preocupações particulares
brotam em vários pontos, mesmo quando ele está no meio de um
argumento extenso. Paulo espera que esta carta venha a ser bem
recebida e pavimente o caminho para sua chegada. Ele não tem
garantia de uma recepção positiva, considerando que a crítica
do seu ministério e mensagem circulou amplamente em conseqüência
da oposição dos judeus. Assim, esta carta é mais que uma
explicação de sua mensagem; é também uma defesa. Mas Paulo tem
algo mais em mente do que apenas usar a igreja romana como ponto
de partida ou como sede de seus empreendimentos evangelísticos
alhures.
- Propósito
Pastoral: Há
um propósito pastoral por trás desta correspondência. No início
da carta ele os informa de sua intenção em lhes dar um dom
espiritual. Paulo está ciente da tensão entre cristãos judeus e
gentios em Roma, e é por isso que ele se sente compelido a lhes
oferecer o tipo de ministério para o qual ele, apóstolo judeu
para os gentios, foi chamado. Seguramente ele tem essa situação
em mente enquanto apresenta os argumentos nos capítulos 1 a 11
sobre a igualdade de judeus e gentios em termos de justiça. E ele
mostra que tem conhecimento da tensão entre eles quando aplica a
mensagem dos capítulos 1 a 11 nos capítulos 12 a 15, onde a relação
entre judeus e gentios é o ponto focal destes últimos capítulos.
V. Tema
a)
A Justificação pela Fé:
Desde a Reforma é comum identificar a justificação pela fé como
tema de Romanos e do centro da teologia paulina. Não obstante, isto
é exagerar seu papel em Romanos e sua importância para o
pensamento paulino. A justificação pela fé é central ao
argumento de Paulo em Romanos 1.18 a 5.21 que judeus e gentios são
igualmente culpados diante de Deus, com o resultado de que ambos só
podem ser salvos pela fé. É com base na fé em Cristo que o indivíduo
será declarado justo, ou será justificado, no julgamento.
A justificação pela fé é um conceito dominante em só duas
cartas paulinas: Romanos e Gálatas. Há uma razão para isso. A
justificação é um conceito do Antigo Testamento, e é aplicável
nessas cartas, porque ambas lidam com assuntos de importância
particular para os judeus. Pela mesma razão, Paulo faz uso extenso
de citações do Antigo Testamento e alusões em ambas as cartas
(veja esp. Rm 9—11, onde o tópico é a justiça de Deus para
Israel). Quando Paulo se dirige a uma congregação gentia, ou pelo
menos uma na qual assuntos judaicos não são significativos, ele
prefere falar de crentes como aqueles que estão em Cristo em vez
daqueles que foram justificados pela fé.
b)
A Justiça de Deus:
Se procurarmos um tema que se sobressaia na carta, então teremos o
conceito da justiça de Deus. De fato, a justificação pela fé é
um aspecto deste tema mais amplo. Em Romanos 1.16,17, Paulo delineia
o assunto da carta: “[No evangelho] se descobre a justiça de
Deus”. O que Paulo faz em Romanos é descrever a natureza da justiça
ou da obra salvadora de Deus (veja comentários em Rm 1.16,17).
Podemos resumir o conteúdo da carta assim:
| Conteúdo |
Referência |
| A
justiça de Deus cancela a pena do pecado |
Rm
1.18—5.21 |
|
A
justiça de Deus quebra o poder do pecado pela morte de
Cristo e pela capacitação do Espírito que habita em nós |
Rm
6.1—8.39 |
|
A
justiça de Deus é atuante hoje e no futuro
para com seu povo escolhido |
Rm
9.1—11.36 |
|
A
justiça de Deus, sua obra salvadora,
vivenciada por judeus e gentios igualmente |
Rm
12.1—15.13 |
Para
saber mais:
ARRINGTON,
F.L.; STRONSTAD, R. Comentário bíblico Pentecostal. RJ:
CPAD, 2003.
ANDRADE,
Claudionor de. Geografia Bíblica. CPAD, 2001.
BALL,
Charles Ferguson. A vida e os tempos do apóstolo Paulo. CPAD,1998.
CABRAL,
Elienai. Romanos: o Evangelho da Justiça de Deus. 7 ed., RJ:
CPAD, 2003.
CPAD.
Coleção de Mapas, vol.II, formato 57,5x57,5cm –
vertical
PEARLMAN,
Myer. Epístolas paulinas: semeando as doutrinas cristãs.
CPAD, 1998.
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